Eu sou aquela garota que você acha que sabe de tudo, mas eu ando por aí com a cabeça cheia de dúvidas. As palavras mais cruéis ditas sobre mim vêm da minha própria boca. - Nervous Girl
SeuNome P.O.V
Explicar a minha história para um trabalho escolar poderá parecer a coisa mais simples no mundo inteiro, contudo para mim não é bem assim. Não posso explicar a minha história se não a conheço, não posso explicar o meu carácter se não conheço quem o passou para mim.
Para ser mais simples vou explicar, fui deixada numa caçamba,perto de um orfanato, quando tinha 1 mês de vida e passado algumas horas uma funcionária ouviu meu choro e me entregou no orfanato.
Felizmente não demorei muito tempo para ser adotada, logo um dia depois um casal australiano, que estava de passagem por Londres, me adotou e me ofereceu uma casa, amor familiar e uma nova cultura.
Mas obviamente que não vou escrever isso e entregar para a minha professora de Espanhol, ou então ela começará a me tratar como um cachorrinho que foi chutado e abandonado.
Quando dou conta de mim mesma, estou com o vício de Ashton : bater com o lápis, freneticamente, na minha secretária. Porque é que eu decidi escolher esse tema? Porque é que eu não escolhi o tema que falava sobre a melhor surpresa da minha vida? Se eu tivesse escolhido esse seria bem mais fácil.
- Você devia de sair um pouco. - Parker, meu pai adotivo, diz enquanto se encosta a porta de madeira do meu quarto. - Sei lá filha. Vá comprar roupa ou comida, vai ver que quando voltar consegue escrever algo.
- Comprar roupa? - eu ergo a sobrancelha. - Prefiro ir brincar com 'guilhotina'.
- Ou ... - Susan, minha mãe se intromete na conversa. - Poderia ser uma querida e ir comprar leite e fraldas.
- É um bom motivo. - eu rio, mas logo a minha risada é interrompida por um choro de bebé. - Estou saindo.
Minha mãe é infértil por isso nunca irá conseguir ter filhos, porém isso não é um problema para ela. Há uns meses minha mãe começou a pensar como seria a casa depois de eu sair para ir para a universidade e chegou a conclusão que a casa iria ficar muito vazia sem nenhuma "criança", por isso adotou uma bebé, a qual eu chamo de irmã mais nova, Elizabeth.
Elizabeth consegue se parecer mais com minha mãe e com meu pai, mesmo sendo adotada, do que eu, visto que ela tem os cabelos loiros e encaracolados iguais ao da minha mãe e os olhos escuros de meu pai.
Já eu sou totalmente o oposto, meus cabelos não são totalmente enrolados mas sim ondulados e castanhos, e meus olhos são claros. Verdes para ser precisa.
Me levanto da secretária, pego na minha bolsa e desço para a cozinha de onde tiro dinheiro do pote com um desenho engraçado que a minha mãe guardou de quando eu tive uma experiencia em moldar barro e saiu uma total desgraça. Mas o que fazer? Mãe é mãe.
- Leva o carro do seu pai. - minha mãe berra do segundo andar. Nossa, não se pode bater uma vez com o carro que somos logo julgados até morrermos.
Retiro as chaves do carro do chaveiro e caminho até a garagem, onde está estacionado o Audi Preto do meu pai. É um carro pequeno, bem prático para estacionar em qualquer sítio visto que TODO o mundo parece querer um carro enorme nestes tempos. Mundo infiel.
Abro o carro e me sento do lado do condutor. Ligo o rádio e está passando Break Free da Ariana Grande, simplesmente a cantora que eu tenho vindo a idolatrar faz uns dias.
Dirijo até ao shopping mais próximo assim aproveito para comprar o que a minha mãe quer e compro um video-game novo para a Xbox, talvez até compre uma pizza. Pizza torna sempre as coisas melhores, não tem como negar isso e nunca irão conseguir prova-lo.
Está calor, como é normal. É difícil de imaginar que no outro lado do como, por exemplo no meu país natal Inglaterra, é Inverno. Como as coisas são estranhas no mundo em que vivemos. Acabo de chegar ao shopping e logo vejo as garotas plásticas saindo com sacolas da Victoria Secrets. As vezes eu acho que ela não entendem que a lingerie se usa debaixo da roupa e não por cima. Bethany tem que me explicar como é que ela conseguiu ser igual a elas.
Entro no mercado e me encaminho rapidamente a secção de fraldas. É estranho comprar fraldas, todo o mundo ficar a olhar para mim como se pensa-se que eu vou comprar fraldas para o meu filho. Eu odeio fazer isso quando as pessoas olham para mim.
Rapidamente despacho as compras, consigo - não sei como mas consigo - arrumar o jogo 'Call of Duty', deixo tudo dentro do carro -excepto o jogo que fica na minha mala- e decido passar pela Starbucks. Ficam só a uns minutos a pé, por isso vou a pé.
A fila é pouca, apenas tem 2 pessoas a minha frente e uma delas tem um cabelo roxo e azul, o qual eu gosto de encarar, é diferente. Eu gosto.
Quando finalmente consigo meu batido é que estou despachada, minha mãe me irá matar por ter demorado cerca de mais de uma hora.
Caminho para fora da loja e quando menos espero vem um idiota contra mim me derrubando e derramando batido de pêssego na minha camisa.
Quando me preparo para levantar o mesmo idiota começa a fugir com a minha bolsa.
- Hey! Devolve minha bolsa. - eu grito.
Começo a correr feito uma louca atrás do garoto, e mesmo depois de ter percorrido mais de 2 quarteirões, não consigo o alcançar.
Que ótimo! Perdi a minha bolsa, o dinheiro, as chaves do carro e o video-game. Felizmente tinha o celular no bolso, mas perdi o meu video-game. Ah que aquele merda morra no inferno.
Volto para trás, agora tenho que percorrer tudo de novo, fora o caminho a pé visto que também perdi as chaves do carro.
- Hey moça! Espere. - um grito se faz ouvir em toda a rua.
Mesmo eu não sabendo a quem é que o dono do grito se refere, eu me viro para encarar. Afinal toda a rua encarou. O que eu não esperava era ver o mesmo garoto dos cabelos coloridos chegar perto de mim com a minha mala no braço direito.
- Eu acho que você corre muito para uma garota. Sua mala e seu videogame. - ele estende minha mala e meu video-game.
- Obrigada. - eu sorrio.
- Tenha cuidado.
Abro o carro e me sento do lado do condutor. Ligo o rádio e está passando Break Free da Ariana Grande, simplesmente a cantora que eu tenho vindo a idolatrar faz uns dias.
Dirijo até ao shopping mais próximo assim aproveito para comprar o que a minha mãe quer e compro um video-game novo para a Xbox, talvez até compre uma pizza. Pizza torna sempre as coisas melhores, não tem como negar isso e nunca irão conseguir prova-lo.
Está calor, como é normal. É difícil de imaginar que no outro lado do como, por exemplo no meu país natal Inglaterra, é Inverno. Como as coisas são estranhas no mundo em que vivemos. Acabo de chegar ao shopping e logo vejo as garotas plásticas saindo com sacolas da Victoria Secrets. As vezes eu acho que ela não entendem que a lingerie se usa debaixo da roupa e não por cima. Bethany tem que me explicar como é que ela conseguiu ser igual a elas.
Entro no mercado e me encaminho rapidamente a secção de fraldas. É estranho comprar fraldas, todo o mundo ficar a olhar para mim como se pensa-se que eu vou comprar fraldas para o meu filho. Eu odeio fazer isso quando as pessoas olham para mim.
Rapidamente despacho as compras, consigo - não sei como mas consigo - arrumar o jogo 'Call of Duty', deixo tudo dentro do carro -excepto o jogo que fica na minha mala- e decido passar pela Starbucks. Ficam só a uns minutos a pé, por isso vou a pé.
A fila é pouca, apenas tem 2 pessoas a minha frente e uma delas tem um cabelo roxo e azul, o qual eu gosto de encarar, é diferente. Eu gosto.
Quando finalmente consigo meu batido é que estou despachada, minha mãe me irá matar por ter demorado cerca de mais de uma hora.
Caminho para fora da loja e quando menos espero vem um idiota contra mim me derrubando e derramando batido de pêssego na minha camisa.
Quando me preparo para levantar o mesmo idiota começa a fugir com a minha bolsa.
- Hey! Devolve minha bolsa. - eu grito.
Começo a correr feito uma louca atrás do garoto, e mesmo depois de ter percorrido mais de 2 quarteirões, não consigo o alcançar.
Que ótimo! Perdi a minha bolsa, o dinheiro, as chaves do carro e o video-game. Felizmente tinha o celular no bolso, mas perdi o meu video-game. Ah que aquele merda morra no inferno.
Volto para trás, agora tenho que percorrer tudo de novo, fora o caminho a pé visto que também perdi as chaves do carro.
- Hey moça! Espere. - um grito se faz ouvir em toda a rua.
Mesmo eu não sabendo a quem é que o dono do grito se refere, eu me viro para encarar. Afinal toda a rua encarou. O que eu não esperava era ver o mesmo garoto dos cabelos coloridos chegar perto de mim com a minha mala no braço direito.
- Eu acho que você corre muito para uma garota. Sua mala e seu videogame. - ele estende minha mala e meu video-game.
- Obrigada. - eu sorrio.
- Tenha cuidado.
Continua ...
Hi or Hey? Então básicamente este capítulo é o capitulo piloto por isso é que é muito monotono mas dai aparece o Michael e salva a mala e o video-game (é eu sou viciada em video-game) ... Enfim, o que acharam?

Continuaa :)
ResponderExcluirContinua!!!!
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