Our Faith - 21

E eu lembro da briga às 2h30 da manhã porque todas as coisas estavam escapando das minhas mãos e eu saí correndo chorando e você me seguiu até a rua. Me preparei para uma despedida porque é só isso que eu sabia fazer e você me surpreendeu, você disse eu nunca vou te deixar sozinha. Você disse , eu lembro como nos sentimos sentados na água e toda vez que eu te olho é como a primeira vez. Me apaixonei pela filha cuidadosa de um pai descuidado ela é a melhor coisa que já foi minha. Segure-se, faça durar, segure-se e nunca volte atrás. Você fez uma rebelde da filha de um homem descuidado, você é a melhor coisa que já foi minha. - Mine

 SeuNome P.O.V
Michael age como se nunca me tive beijado .
Desde que eu o beijei tenho tido os piores pesadelos que já tive na minha vida. Por exemplo, na noite do dia em que eu o beijei sonhei que ele simplesmente depois havia sumido e me ignorava e que ... e que ... e que virou aquele tipo de garoto desejável mas não tão desejável.

Não posso agir assim, se Michael não se importa com isso eu também não devia me importar. Ou devia? Merda eu devia de não ter aceitado isso, porque é que eu aceitei isso? Porque, porque, porque? Obviamente que também não contei a ninguém sobre isso afinal o que é que eu diria? "Oh, hey olha eu beijei o meu melhor amigo e gostei, o que faço agora?" Claro que não.

Porque é que Bethany não está aqui? Ela saberia o que fazer, eu devia de contar a ela, mas não sei como ela iria reagir. Eu preciso de tirar isso do meu peito. Meu peito doi cada vez que tento pensar disso, é quase como se meu coração saí-se disparado.

No meio dos meus pensamentos acabei por me cortar com a faca com a qual eu estava partindo cenouras para fazer macarrão. Obrigado Clifford, por sua culpa já nem sei cortar legumes sem me cortar. 
Mordi o lábio e prensei minha outra mão contra o corte impedindo que sangra-se mais. Coloquei minha mão debaixo da água, sequei e coloquei um penso rápido. 

- SeuNome? - minha mãe entra na cozinha e me vê com um penso na mão. - O que aconteceu?
- Me cortei enquanto cortava cenouras. Nada de mais. - volto a cortar as coisas para o macarrão. Meus pais queriam ir almoçar a um restaurante visto que hoje era a última noite aqui antes de irmos para Londres contudo eu decidi que queria fazer o jantar. 
- Você é cuidadosa demais para isso. Vamos. Seu pai está preparando as coisas para colocar nas malas, então acho que você podia me dizer o que se passa entre você e entre o Michael.
- É o meu melhor amigo e dai? - coloco as cenouras na panela e ligo o fogão.
- Sou sua mãe há 18 anos, estive aqui desde da sua primeira palavra. Acho que sei entender quando minha filha está apaixonada ou não. 
- Eu NÃO estou apaixonada pelo Michael. Eu sabia se estivesse apaixonada por alguém. 
- Eu sei qual é o seu problema. - ela sorri e faz uma pausa. - Você acha que pode controlar os sentimentos, você acha que o amor vai chegar e bater na sua porta. O problema é que você está errada nos dois sentidos. - tive que concordar com ela. - Primeiro, ninguém pode controlar os sentimentos que têm por alguém e segundo o amor não vai bater na sua porta. Ele simplesmente entra sem você se aperceber e sem pedir. Você acha que eu não notei a maneira de como ele pega sua mão quando você está distraída ou a maneira de como vocês dois se relacionam. 
- Amigos fazem isso.
- Amigos não fazem isso. Você nunca ficou 30 minutos encarando Luke ou Ashton. Ficou?
- Conheço-os desde que sou uma criança, não preciso de os encarar para perceber o que eles são. Só conheço Michael há uns meses.
- SeuNome, você ESTÁ a fim dele. Quando eu conheci seu pai nós nos odiamos desde o primeiro segundo e negamos qualquer tipo de atração. Passado 20 anos estamos casados com duas filhas.
- Mas ... mas ... 
- Porque é que você não para de tentar afastar esses sentimentos e tenta perceber o que realmente se passa. Eu sei o que é amor lembra? Embora dirija agora uma empresa tirei um curso de psicologia. Sei bem distinguir atração física de amor. 
- SUSAN! VOCÊ VIU A MINHA CAMISA PRETA? - meu pai grita do quarto.
- Estou indo. - minha mãe diz e volta a olhar para mim. - Quanto a você filha. Olhe bem para ai dentro e depois me diga o que descobriu. Nem todas as respostas são recorridas a inteligências, algumas estão no coração.
- Okay. - respondo sem graça enquanto ela sobe as escadas.

"Nunca arrume um melhor amigo rapaz" disse o meu pai. Oh eu devia ter ouvido ele, agora estou fodida com isso de sentimentos. Pego meu celular e ligo os fones para colocar qualquer música da Katy Perry e acabou por discar a mais deprimente de todas ... Até meu celular está deprimido. Fico a brincar com os fios dos meus headphones até o macarrão estar pronto. A partir de agora era com os meus pais.

Subo as escadas e começo a colocar todas as minhas roupas - principalmente as que a minha família me ofereceu - dentro de uma mala. Eu havia convidado Michael para passar o natal com a minha família em Londres para ele não ficar sozinho no Natal. Ninguém fica sozinho no natal. Então tinha mesmo que me decidir o que eu realmente sentia em relação a ele. Uma coisa a minha mãe tinha razão, eu tinha que saber isso antes que termina-se comigo.

Coloquei a minha t-shirt dos nirvana no fundo da mala. Minha avó odiava ver-me com ela, ela dizia que não era algo que uma "lady" usa-se, mesmo assim coloquei-a lá. Abri minha gaveta onde costumava guardar toda a joelharia que me ofereciam e comecei a procurar o fio que meu avô me ofereceu. Era um fio prateado com um medalhão, também prateado. Eu herdei o fio quando ele morreu, desde então o guardo numa caixinha para não o perder.

Meu avô materno era simplesmente um dos meus familiares favoritos. Ele que me ensinou a tocar violão e piano, também foi ele que me passou muita cultura de música da qual eu ouço. Sinto a falta dele. Minha avó também sente mas sempre que falamos disso ela tentar de mudar de assunto. 

Fecho a mala e visto meu pijama. Prendo meu cabelo num rabo de cavalo e me atiro para a cama de maneira a que eu possa observar o teto. 
Eu não o amo mas gostaria que ele me segura-se quando eu me viro de costas, mesmo assim quanto mais eu dou, menos eu recebo. As mãos dele podem curar todas as minhas cicatrizes mas também podem causar algumas. Mesmo não tendo escolha, eu escolho-o a ele. 

O beijo dele é veneno, a boca dele é vinho. Não encontro outra frase para o descrever tão bem.

[...]


Acordei com as janelas sendo violentamente abertas fazendo com que toda a luminosidade da manhã atingi-se minha cara me dando uma grande dor de cabeça logo pela manhã. Gemi baixo e puxei o lençol da minha cama para cobrir meu rosto. 
Retirei meu lençol da minha cara e pisquei até ver os cabelos ruivos da minha mãe andando de um lado para o outro e rapidamente deixando o meu quarto.

Era hoje que ia embarcar numa viagem de 2 dias até Londres. Eu gostava de fazer essa viagem embora ela fosse bem , mas muito cansativa. Me levantei da minha cama e arrastei o meu corpo enrolando na toalha até ao banheiro. Deviam ser 4 da manhã, visto que o voo era a essa hora, mas mesmo assim já havia muita claridade para essa hora.

Tomei um banho quente, rápido e relaxante e peguei as toalhas do toalheiro me enrolando nelas. Volto ao meu quarto e retiro uma camisa ao xadrez, um par de leggins pretas e minhas botas. Me vesti e acompanhei tudo com um casaco visto que quando eu chega-se a Londres estaria frio. Pego da minha caixa, que normalmente fica debaixo da cama, uma das malas que Bethany faz questão de me oferecer a todas as horas e coloco 2 livros, meus headphones, uma barra de chocolate e mais algumas coisas dentro.

Abro a caixa onde guardo o colar do meu avô e o coloco em meu pescoço. Caminho até ao espelho e seco meu cabelo, o esticando por completo para que não hajam vestígios dos cachos que normalmente meu cabelo tem.

Estou pronta para a viagem.

Termino de fazer a mala quando coloco as prendas de natal todas dentro dela e me sento em cima da mala para fechar o zíper. Pego na pega do trolley e a levo pela escadaria da casa. Caminho até a cozinha e retiro um dos tapewares com cerejas para comer durante o caminho.

- Você está linda, filha. - minha mãe diz enquanto examina o que visto. - Michael ligou ...
- Hum ... - coloco mais uma cereja na minha boca. - O que ele queria?
- Ele vai ter ao aeroporto, não precisamos pegar ele.
- Okay. - sorrio. - Elizabeth?

Entro no carro e coloco o album dos Sleeping with Sirens para passar enquanto meu pai dirige até ao aeroporto mais perto de Sydney. Aeroportos são coisas que já não me assustam mais, passo a vida neles devido a minha família estar espalhada por TODO o mundo, literalmente, TODO o mundo e por meus pais serem empresários e estarem sempre a andar de um país para o outro.

Agora andar de avião era algo que eu ainda temia, pelo menos quando se aterrava. Era como se estivéssemos caindo. Era apenas uma panca minha. Por mais vezes que eu tivesse voos iria ficar sempre com medo.
Fazemos o check-in e entramos na sala de espera onde vejo Michael sentando numa das cadeiras mexendo no seu celular.

- Oi Mikey. - chego por trás da cadeira dele e beijo da bochecha dele.
- Hey. - ele diz sem retirar o olhar do celular.
- Eu estou indo mãe, eu vou ficar bem para de me encher o saco. - leio o que ele está escrevendo. - Você é mesmo grosso para a sua mãe.
- Se sua mãe fosse minha mãe, você entenderia. - ele se levanta e encara meus pais. Vejo seu corpo ficar ereto como se ele estivesse com medo de os conhecer.
- Ah, esses são meus pais. - eu digo apontando para eles. - Minha mãe Susan e meu pai Parker. Minha irmã você conhece.
- É um prazer te conhecer, Michael. - minha mãe diz.
- Igualmente, Sra. Dallas. - não sei se começo a rir do Michael não parecer o Michael ou do olhar que meu pai lhe está fazendo.

[ ... ]

Quando meu pai disse que a viagem seria cansativa, não pensei que seria tão cansativa desse jeito. Dois dias num avião não é brincadeira, isso me fez repensar sobre as visitas que irei fazer aos meus pais quando eles quiserem me visitar. O melhor é eles me virem visitar.

Acabei por ficar meio adormecida no avião a partir do fim do 2 dia, aninhada ao lado da janela, o que parece não ser o lugar mais calmo quando na verdade é o lugar mais calmo. Meus pais estavam na 2ª classe mas eu e Michael estávamos na primeira classe. Como isso aconteceu? Alguém ocupou nossos lugares e a companhia do aeroporto nos ofereceu lugares na primeira classe em que a comida parece realmente comida.

- SeuNome? Você está acordada ainda? - senti Michael a acariciar meu rosto calmamente.
- Estou, sim, Mike. Mas já estive mais acordada. - me ajeitei nos braços do avião colocando a almofada, que uma aeromoça simpaticamente me ofereceu, atrás da minha cabeça.
- Olha eles tem papadums. - ele aponta o prato. - Oficialmente adoro a primeira classe.
- Okay Michael, agora fique calad ...
- Caros passageiros, iremos aterrar agora em Londres, Inglaterra. Por favor apertem os cintos. - o piloto diz através do microfone.
- O que você ia dizer, querida SeuNome? - ele pergunta, zoando de minha cara que ficou toda vermelha.

Se o avião não estivesse prestes a aterrar eu iria socar a cabeça dele. Respiro fundo e começo a engolir em seco, tenho sempre medo de aterrar, me sinto como se fosse cair, como se fosse morrer.
Meu rosto começa a ficar vermelho e meu corpo a tremer, quando de repente, sinto uma mão se entrelaçar entre a minha.

Olho para o lado e vejo Michael sorrindo, não sorrindo como se estivesse a zoar do meu medo idiota, mas sorrindo como se estivesse feliz por ajudar. Retribuo e olho para a janela, o que faz o meu medo ainda ficar pior. Se eu ficar a encarar-lo vai ser pior, ainda não sei o que a gente é e .... é fica estranho.
Sinto a outra mão dele virar a minha face para encarar Michael.

- Olhar para a janela vai ser pior, olhe para mim SeuNome. - Michael diz. - Olhe para meus olhos.
- Isso vai ajudar?
- Vai, porque assim você vê como eu tenho uns olhos lindos. - ele ri. Não é que agora fosse um momento para rir. - Vamos, você vai ficar bem.

O avião começa a descer e sinto-me como se estivesse caindo, mas ao mesmo tempo um sentimento de adrenalina improvável. Quando as rodas do avião batem no solo, o meu corpo parece voltar a ele mesmo e eu começo a sorrir sem razão nenhuma.

Minha mãe, meu pai e Elizabeth (que vai no bebé conforto), saem primeiro e só quando todo o mundo sai é que Michael se lembra de sair, me levanto de rasto .
Meus pés tocam o chão e posso admitir que nunca senti tanta felicidade por sentir um chão debaixo dos meus pés. Também o calor australiano foi substituído pela neve londrina.

- Chão! - eu digo enquanto faço uma pirueta na entrada do aeroporto. - Estou viva.
- Sua estranheza é adorável. - ele diz , por fim, ainda sorrindo de forma doce.

Entramos no carro que meu pai fez questão em alugar e nos dirigimos para o chalé de família. O chalé está coberto de neve, tal como chão e a relva. Nesse momento lembro que devia ter avisado Michael que as converse dele não irão sobreviver 2 dias aqui.

Saio do carro e puxo minha mala pela neve, que mesmo passado uns minutos não quer sair do chão.

- Eu levo sua mala. - Michael pega na minha mala. - Para além de baixinha também é fraquinha.
- Idiota.
- Mãe. - minha mãe diz enquanto abraça minha avó. É estranho ver a minha mãe chamar mãe a alguém. É simplesmente estranho.
- Você tem avós, Mikey?
- Sim, tenho. Porque? - uma expressão confusa se instala na face dele.
- Você também acha estranho ouvir seus pais chamarem mãe ou pai aos seus avós?
- Pensava que era o único a achar isso.
- É estranho.

Caminhamos até dentro do chalé onde a lareira já esta acessa. Meus tios e tias estão conversando com meus pais na cozinha enquanto minha prima Rosalie. Rosalie era o tipo de garota protótipo para todo o mundo : cabelos loiros enrolados nas pontas, olhos azuis bem claros e aquela atitude de menina rica mimada. Nunca nos demos muito bem.

Como sempre ela está usando um dos vestidos mais curtos que existe e uns saltos altos mais altos que qualquer coisa. Rolo os olhos pensando que vou ficar aqui dezembro inteiro com ela. 

- SeuNome. - ela sorri. - Você é? - ela dirige o olhar para Michael.
- Comprometido. - não evito começar a rir. Nunca fiquei tão contente por ele ter namorada. 
- Então é o namorado da SeuNome? Parabéns prima. Embora eu não entenda vocês dois como casal.
- Talvez seja porque não somos um casal. - respiro fundo e conto mentalmente até 10 para não me irritar. 

Ela pega numa das quantas revistas que ela deve ter uma assinatura anual. Normalmente a minha família presente no natal é a família da irmã do meu pai : Vanessa, George e Rosalie, depois os irmãos da minha mãe : Robert, Thomas e Will. Apenas Robert casou, casou com uma americana, Hanna, e têm um casal de gêmeos recém nascidos Bella e Anthony. Depois tem a minha avó, eu, meus pais, minha irmã e bom Michael que não é da família.

Não me dava muito bem com a família vinda da parte do meu pai, talvez porque eles fizessem gracinhas por eu ser adotada e nunca tenham ganho a minha confiança. A família da Rosalie é muito mimada e muito ligada sobre si.

- Vocês já transaram? - Rosalie diz depois de fechar a revista. Me engasgo com o pedaço da maça e olho para o chão. - Melhores amigos, que pelo menos sejam uma garota e um garoto transam. É a lei universal.
- Você acha isso normal, Rosalie? - Michael arregala os olhos.
- Allie, me chame Allie. - ela diz com um sorriso bobo. Se ela volta a flertar com ele, eu juro que raspo a cabeça dela quando ela estiver a dormir. - Acho normal.
- Tudo o que imponha transa para você é normal. - a esse momento Michael está segurando meus punhos.
- Você me faz parecer mal, SeuApelido.
- Vocês são sempre assim? - Michael pergunta.
- Quando não tem um garoto potencialmente gostoso na nossa frente, somos piores.

Existe algo que se chama flertar e existe algo que se chamar ser oferecida, e Rosalie está a se atirar ao Michael, até um bebé notou. E ele não notou isso?

Eu não tenho muito que dizer nesse capítulo ... Enfim, me digam o que acharam. Amo vocês.




9 comentários:

  1. AAAAAI MDSS ENTRO UMA VARIA NA HISTORIA...N GOSTEI DELA N
    U.U
    Ta pfto amore,eu tinha entendido q o mike n ia,mas ele foi...E ESSA VIAJEM VAI SER OTIMA PROS DOIS FICAREM.JUNTOS ASHUASHUA
    SeuNome meu amor,PRESTA ATENÇAO VC É LOUCAMENTE APAIXONADA PELO MICHAEL...kkkkk continua logo amore q eu amei

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    1. Também não gosto da Rosalie (eu que criei a personagem e nem gosto dela - eu lerda novamente- )
      O Mike vai pra todo o lado que a SeuNome for porque ela é que manda e ele está caidinho por ela vamos admitir, e talvez eles fiquem juntos (estamos todos torçendo mas eu é que decido ahaha). Sim eles são apaixonados uns pelo o outro mas nenhum dos 2 idiotas quer admitir.
      O que fazer mesmo...

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  2. Não por certas coisas não tenho um amigo o porque de me apaixonar facilmente por ele. me entrego na hora
    ainda mais sendo bonito, Então esse capítulo foi grande Né. gostei muito é continua baby

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    1. ficou grande né? bea ganhando qualidades a escrever ... se o meu amigo fosse o michael ela logo "n quero saber se a gente acabou de conhecer. me viu, estamos namorados", acho que deu para entender que sou meio louca ... sorry ahaha enfim obrigada babe c:

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  3. tbm não gostei dessa Rosalie
    eles vão passar o natal juntos <3 eles tem q se declarar logo tem q ficar juntos ;)
    Continua :)

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    1. vamos migs, eu, você e a larissa coloca-la fora da fanfic (pena que ela vai ficar mais um capítulos), não é tão romântico? não sei como tive essa ideia, estou carente só pode ... Enfim estou mesmo carente. Ele que tem se declarar pq a SeuNome com a sua lerdeza não vai fazer nada, tem que ser o Michael a fazer tudo ... pobre Mikey. Obrigada princesa.

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  4. Cooooontinua querida <3 tá pfto demais! A fanfic É pfta demais!

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    1. Nah vocês é que são uns leitores perfeitos, eu amo todos vocês -abraço a todos vocês-. Sério eu agora vou parecer sentimental,acho que são os hormônios a flor da pele já que estou naqueles dias, mas sério vocês são os melhores leitores do mundo eu amo vocês e se eu pode-se abraçar vocês todo o dia, eu Beatrice, abraçava. Obrigada princesa

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  5. Per-Fect♥ Igual a Você Bea! Sua Perfeita! Aceita ser minha Marida ? Sua totosa HEUEHEUEHEU ♥ Que raiva dessa Rosalie ( Já tem nome de puta ! ) Ninguém fica se atirando para o meu Mikey ! ( Nosso )

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