Você ainda na cama às dez, e o trabalho começou às oito, você queimou seu café da manhã, as coisas estão indo bem. Sua mãe lhe avisou que haveria dias como estes mas ela não lhe disse que quando o mundo o trouxe-se você cairia sobre seus joelhos, de modo que Ee estarei lá por você (quando a chuva começar a cair). Eu estarei lá por você (como estive lá antes). Eu estarei lá por você (Porque você está lá por mim também) ... - I'll Be There for You
SeuNome Dallas P.O.V
Os primeiros raios solares entram pela janela fazendo com os meus sentidos se ligem. De manhã, ainda consigo sentir o cheiro de Michael impregnado em minhas roupas. Mexo minhas mãos no colchão e me viro para o outro lado da cama.
Quando mais alguns raios de sol entram pela janela é que eu sinto umas mãos quentes mexendo em meu torço, me contorço na cama tentando acreditar que ainda não é hora de acordar. Porém, passado alguns minutos não estou sentindo mais os cobertores me cobrindo e o colchão me protegendo.
Gemo em frustamento e tento entender, sem abrir os olhos, onde estou. Abano as pernas e percebo que já não estou na cama.
- Vamos SeuApelido, não seja preguiçosa. - eu reconheço aquela voz, contudo está mais rouca que o normal. Bom, afinal é de manhã. - Temos muito que fazer.
- Você tem que me colocar de novo na cama, por exemplo. - abro um olho o fazendo rir.
- Não quero que a minha cama cheire a SeuNome. - Michael ri.
- Se eu dormi na sua cama onde é que você dormiu? - pergunto colocando meus pés no chão gelado.
- Sofá, você sabe que eu tenho um sofá? - pare de ser irônico Mike, acabei de acordar.
- Primeiro eu tenho que ir a casa trocar de roupa.
- Porque? Depois eu tenho que apelar ao seu querido pai que me deixe levar sua princesa de novo.
- Michael, eu cheiro pior que uma meia usada.
- Então use uma camisa minha. Como você é baixinha nem precisa de usar shorts.
- Que piada Michael. - cerro meus olhos. - Não goze com o meu tamanho, nem todo o mundo é filho da Torre Eifel.
- Okay. - ele caminha até ao roupeiro e tira uma das suas camisas de baseball, em seguida atira-a contra mim. - Prontos baixinha, aqui tem uma camisa.
- Okay. - ele caminha até ao roupeiro e tira uma das suas camisas de baseball, em seguida atira-a contra mim. - Prontos baixinha, aqui tem uma camisa.
- Trouxa. - bato no peito dele brincando.
- Bruxa.
- 10 pontos para a Grifinória. Agora sai do quarto, você não me vai ver de sutiã.
- Mas eu já te vi de sutiã. Lembra, na Forever21?
- Lembro. Todo o mundo lá me olha de lado por isso você fica de fora.
Empurro Michael até a porta e o tranquei do lado de fora. Retirei minha t-shirt e a dobrei, colocando-a na minha mala. A camisa de Michael cheirava realmente como ele, e não a pizza, como eu esperava, porque o quarto de Michael cheira a pizza de pepperoni, tomate e queijo - um dos meus menus favoritos -.
Prendo meu cabelo num coque, volto a colocar meu colar - que tinha o nome do meu lugar de nascimento escrito - e abro a porta encontrando o Michael sentando no chão, olhando o tapete.
- A camisa fica melhor em você que em mim mesmo. - ele se levanta. - Vamos fazer uma sessão fotográfica com você e a minha linda camisa.
- Meu deus, Michael. Você parece uma garota.
Saímos de casa e entramos no carro dele, o sol havia voltado a brilhar. Essas sãos as desvantagens de viver na Austrália, está sempre sendo interrompido o clima pelas alterações. A austrália é bipolar, tal como os australianos, não querendo falar mal deles, porque afinal eu só automaticamente australiana desde que me mudei para aqui.
[...]
Havia ali um horizonte. Representado por uma linha tão tênue que só se notava pelos raios de luz sobre a água serena, refletidos em toda sua superfície, fazendo-a tomar a cor branca. Acima da delgada linha, um tom de azul claro que se erguia e se fundia ao azul escuro, para então, pouco a pouco, se tornar branco azulado. As nuvens, invejosas da beleza do céu, quiseram ter as mesmas cores. E todos, céu, nuvens, água e horizonte, aguardavam ansiosamente que o sol, esplendor de luz, se escondesse além de onde os meus olhos poderiam ver. Era inicio da manhã, inicio da manhã perto da praia.
Para ser honesta, eu preferia as manhãs do que os por do sol , ela sempre mais calmo e menos cliché que qualquer outra cena. Saltamos do carro e começamos a correr pelos murros tirando fotos de cada segundo, com Michael, as coisas eram mais simples.
- Bruxa.
- 10 pontos para a Grifinória. Agora sai do quarto, você não me vai ver de sutiã.
- Mas eu já te vi de sutiã. Lembra, na Forever21?
- Lembro. Todo o mundo lá me olha de lado por isso você fica de fora.
Empurro Michael até a porta e o tranquei do lado de fora. Retirei minha t-shirt e a dobrei, colocando-a na minha mala. A camisa de Michael cheirava realmente como ele, e não a pizza, como eu esperava, porque o quarto de Michael cheira a pizza de pepperoni, tomate e queijo - um dos meus menus favoritos -.
Prendo meu cabelo num coque, volto a colocar meu colar - que tinha o nome do meu lugar de nascimento escrito - e abro a porta encontrando o Michael sentando no chão, olhando o tapete.
- A camisa fica melhor em você que em mim mesmo. - ele se levanta. - Vamos fazer uma sessão fotográfica com você e a minha linda camisa.
- Meu deus, Michael. Você parece uma garota.
Saímos de casa e entramos no carro dele, o sol havia voltado a brilhar. Essas sãos as desvantagens de viver na Austrália, está sempre sendo interrompido o clima pelas alterações. A austrália é bipolar, tal como os australianos, não querendo falar mal deles, porque afinal eu só automaticamente australiana desde que me mudei para aqui.
[...]
Havia ali um horizonte. Representado por uma linha tão tênue que só se notava pelos raios de luz sobre a água serena, refletidos em toda sua superfície, fazendo-a tomar a cor branca. Acima da delgada linha, um tom de azul claro que se erguia e se fundia ao azul escuro, para então, pouco a pouco, se tornar branco azulado. As nuvens, invejosas da beleza do céu, quiseram ter as mesmas cores. E todos, céu, nuvens, água e horizonte, aguardavam ansiosamente que o sol, esplendor de luz, se escondesse além de onde os meus olhos poderiam ver. Era inicio da manhã, inicio da manhã perto da praia.
Para ser honesta, eu preferia as manhãs do que os por do sol , ela sempre mais calmo e menos cliché que qualquer outra cena. Saltamos do carro e começamos a correr pelos murros tirando fotos de cada segundo, com Michael, as coisas eram mais simples.
- Pareço uma paródia fiel ao poster de High School Musical. - declaro enquanto vejo a foto na câmara de Michael.
- Não, com certeza que a Vanessa é muito mais gostosa que você.
- A Baby V faz qualquer um se sentir recalcado, Mike.
- Vocês garotas sempre arrumam alcunhas para tudo. Mesmo tudo.
- Claro, por exemplo enquanto eu sou uma maravilhosa bruxa você é um trouxa lerdo. - ergo a sobrancelha. - Você não devia ter ligado para a sua "mais que tudo"?
- É, talvez eu devesse. Mas eu não quero.
- Nossa. Pobre garota que casar com você, vai ser muito infeliz.
- Você me vai parecer muito menos romântico, SeuApelido. - ele levanta uma sobrancelha. - E acho que a minha noiva vai ser a menina baixinha mais feliz do universo
- Eu só digo verdades. Você não é romântico.
- O que é que há, pois, num nome? Aquilo a que chamamos rosa, mesmo com outro nome, cheiraria igualmente bem. Shakespeare, Romeu e Julieta.
- Ah Mike, que querido. - tento imitar uma daquelas garotas dos filmes cor-de-rosa.
- Eu disse, eu sou tão romântico como qualquer cara de filme.
- Que tal como o Gus?
- Eu quero a minha perna SeuNome, minhas duas pernas. - eu começa a pular como uma criança. - Você é incrivel Ellie Dallas.
- Você também Gordon Clifford.
- Mas você sabe pagar na mesma moeda, podia ser mais tímida sabe?
- Meu primeiro nome é SeuNome. O mínimo que me pode chamar é SeuApelido. - caminho até a outra ponta da praia. - Eu vou sentir saudades disso.
Me sento na ponta do murro com as pernas viradas para a areia e coloco minha cabeça entre as palmas das minhas mãos, que por sua vez que encontravam colocadas como uma concha. Isso me fazia lembrar que no fim do último semestre iria estar bem longe daqui. Ao ínicio parecia algo fácil de fazer, agora ... agora não me parece assim tão fácil.
- Você vai estudar para Londres, não vai? - ele se senta do meu lado.
- Vou. Algo me diz que ... que se for para lá posso perceber minhas raízes. Como por exemplo, porque é que eu tenho essa cara horrível e essa risada estranha.
- Sua risada não é estranha.
- É sim ... parece que estou sufocando.
- Se calhar você é filha de uma atriz, para ser assim tão dramática, tem que ser filha de atriz.
- Mikey você é terrível para mim.
- Okay, você é linda, não tem uma cara horrível. Você é a garota mais linda que eu vi na minha vida inteira. Isso é ser terrível, Dallas?
- Você também Gordon Clifford.
- Mas você sabe pagar na mesma moeda, podia ser mais tímida sabe?
- Meu primeiro nome é SeuNome. O mínimo que me pode chamar é SeuApelido. - caminho até a outra ponta da praia. - Eu vou sentir saudades disso.
Me sento na ponta do murro com as pernas viradas para a areia e coloco minha cabeça entre as palmas das minhas mãos, que por sua vez que encontravam colocadas como uma concha. Isso me fazia lembrar que no fim do último semestre iria estar bem longe daqui. Ao ínicio parecia algo fácil de fazer, agora ... agora não me parece assim tão fácil.
- Você vai estudar para Londres, não vai? - ele se senta do meu lado.
- Vou. Algo me diz que ... que se for para lá posso perceber minhas raízes. Como por exemplo, porque é que eu tenho essa cara horrível e essa risada estranha.
- Sua risada não é estranha.
- É sim ... parece que estou sufocando.
- Se calhar você é filha de uma atriz, para ser assim tão dramática, tem que ser filha de atriz.
- Mikey você é terrível para mim.
- Okay, você é linda, não tem uma cara horrível. Você é a garota mais linda que eu vi na minha vida inteira. Isso é ser terrível, Dallas?
- Você é amoroso, Clifford. Eu te amo tanto. - salto para o colo dele e beijo a bochecha dele. - Nem pense em me deixar e arrumar alguma amiga mais lerda ou idiota do que eu ...
- O que? Quer jura do dedo mindinho?
- Quero. Eu, SeuNome Ellie Dallas juro que eu não vou arrumar outro melhor amigo com cabelo colorido, viciado em pizza, video-games e dormir. - levanto o dedo mindinho.
- Eu, Michael Gordon Clifford, prometo que não vou arrumar outra melhor amiga com um cabelo descolorido, com habitos estranhos e que não sabe usar maquilhagem. - ele aperta meu dedo mindinho. - Feito Dallas.
- Feito Clifford.

Ownt achei fofo o final <3
ResponderExcluirContinuaa :)
Queria fazer algo fofo, e esse nem é o mais fofo, na verdade o mais fofo é o 19 ... Eita Bea esteja calada sem spoilers. Enfim ainda bem que você gostou princesa
ExcluirContinuaaaa :3 Fiquei chorosa com esse final <33
ResponderExcluirLeitora nova :3333
Bem-vinda então a fanfic c; espero que você esteja gostando ... Nossa sou uma autora péssima coloco logo os novos leitores chorosos ... Enfim bem-vinda princesa e ainda bem que você gostou
Excluiracho eles tão irônicos. o capitulo estava Perfect baby
ResponderExcluirAté porque o Mike não é irónico mesmo ... Eu vivo de ironias por isso vão sempre ver ironias nos capítulo. Na verdade eu acho que o meu nome deve estar no guiness 'Garota mais Irónica' e depois bazinga Bea . Continuo sim princesa
ExcluirOooowm ela fala da futura esposa dele n sabendo q vai ser ela...acho q derramei algumas lagrimas com esse final,parece tanto com meu melhor amigo q eu nunca mais vi e hj é mais um estranho pra mim :'(
ResponderExcluirem fim,acho q nem preciso dizer q ta mto pfto ne amore...esse cap em especial eu amei mais,pq foi todo nhonhonho deles juntos e tals...td fofo...amei amei amei continua logo :)
Vamos admitir que a SeuNome é inteligente mas também é um pouco lerdinha, então o Michael a tentar chama-la a atenção e ela não diz nada? Enfim, eu tbm tive um melhor amigo e ele sumiu - me deixou sozinha -.
ExcluirLarissa tanto gosta de pegação quanto nohonho deles não é princesa?
Kkkkkkkkkkk sim...com ctza *-*
Excluiraii que fofo .. continua ���� !! please
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