Você era minha consciência. Tão sólido, agora você é como água e começamos a nos afogar. Não como se pudéssemos afundar ainda mais mas eu deixo meu coração ir é em algum lugar lá no fundo mas vou conseguir um novo. E voltar pela esperança que você roubou vou impedir o mundo todo vou impedir o mundo todo de se transformar em um monstro, nos devorando vivos. Você jamais se perguntou como sobrevivemos? Bem, agora que você se foi o mundo é nosso. Sou apenas humana, tenho um esqueleto em mim mas não sou a vilã apesar do que você está sempre pregando.Me chame de traidora, só estou coletando suas vítimas e elas estão ficando mais fortes. - Monster
SeuNome P.O.V's
Não sei que se você já teve medo de alguma coisa, eu pelo menos tenho medo de cobras, não suporto nenhuma. Mas claro que na minha família não pode haver nada normal. Meu tio tem medo de palhaços, isso mesmo como as crianças e meu pai, meu pai tem medo de avião. Agora você se perguntar como é que chegamos aqui, bom trabalho de muita paciência e de meu pai agarrar minha mão durante o voo inteiro. Oficialmente, para além de não ter uma vida normal, também não tenho um pai normal.Escusado dizer que meu tio e eu passaremos o resto do dia zoando da sua fobia porque ele zoou de quando eu fui ao zoológico e me escondi atrás do segurança durante a parte dos repteis. Isso com 5 anos. Meu pai nunca conseguiu não rir dos meus problemas por isso eu não evito rir dos deles. É o grande ciclo da mentalidade Winchester.
Chegamos numa casa, pela primeira vez uma casa, normalmente costumamos ficar num apartamento mas parece que meu pai se esmerou. Entrei pela casa a dentro e me dei de caras com um homem, aparentando ter a idade do meu pai, estava sentando num sofá e logo se levantou quando viu Sam e meu pai entrarem por trás de mim. Em meu rosto se formou uma expressão estranha quando o vi, e ele deve ter notado visto que ele riu.
– Cass, essa é minha filha SeuNome. - meu pai apontou para mim. - Filha, esse é o Castiel. Seu ... - ele se perdeu nas palavras.
– Baba. - Sam completou e logo matei meu pai mentalmente. Baba, sério? Quantos anos é que eu tenho? Cinco? Nem com cinco anos eu tinha uma baba. - Quer dizer é como se fosse seu ... pai de aluguer?
– O que?
– Nem eu sabia que era babá agora. - Castiel murmura, mesmo assim consegui ouvir. - Mas prazer em conhecer você Elly, eu quero dizer, SeuNome.
– Sem problema, quem me conhece me compara a minha mãe. Igualmente. - sorri de volta.
– Você é mesmo filha de Dean?
– Ah Cass, irrite ela e conheça só como é que ela tem sangue do lado Winchester. - Sam deu uns batidinhas em seu ombro.
– Se ela não estivesse aqui eu te manda foder, mas olha mandei mesmo. - ele rola os olhos e logo se vira para mim. - Você não pode dizer isso mocinha.
– Também não posso dizer que você quase que chorava no avião? Woops, eu já disse mesmo.
– Okay, vai ver seu quarto, vai vestir algo que mostre menos de você.
Rolei os olhos. Desde que praticamente nasci ele me fala desse jeito, sempre no diminutivo, como se eu fosse uma criança. Entrei no meu quarto e atirei minha mala para cima da cama, tirei um crop top beje com uns shorts azuis claros e uns botins. Olhei-me no espelho para colocar o colar que eu havia herdado de Elly, minha mãe. Gostava daquele colar por alguma razão estranha, era simples, era dourado e com uma concha como pendente. Desci as escadas e beijei a bochecha de meu pai saindo para a rua.
Peguei um táxi até a escola. Meu pai disse que seria melhor eu conhecer a escola antes de a frequentar, na verdade eu só foi porque ele me obrigou visto que ele e o tio Sam tinham algo para fazer, segundo eles. Segundo os australianos, hoje era o dia das apresentações, todos os alunos iam para a escola e se conheciam uns aos outros com seu diretor de turma.
Caminhei por todo a escola indo em direção ao portão grande todo decorado com faixas de bem-vindo, tinha algumas máquinas de refrigerante como de salgadinhos espalhados, por ali onde alguns alunos se encostavam para fumar. O recinto era bastante grande e aparentava ter uns 5 hectares, podia caber ali minha ex cidade inteira. Tal como nas ruas havia alguns postes de luzes espalhadas ali, o gramado era verde e estava coberto de adolescentes, como eu, sentados conversando sobre férias, provas e ... garotos? Dava bastante para ver como é que aquela escola era constituída.
Entrei a dentro pela escola e logo vi todo os mundo dos lados conversando, se beijando e até quase se pegando. Nossa como primeiro dia numa escola isso mete medo, bastante medo. Continuei caminhando até que uma garota se colocou na minha frente. Ela tinha uma pele bastante clara, que dava um constraste com seus cabelos castanhos meio escuros que clareavam a partir do ombro. A garota vestia um top básico preto com uma camisa ao xadrez em tons de cinza com uns shorts pretos e umas botas de combate. Do lado esquerdo dela estava outra garota com os olhos azuis e um cabelo loiro com ondas de praia. Ela vestia um top azul turquesa com uma saia branca e umas sabrinas brancas, o que em chamou a atenção nela foi duas braceletes em seu braço direito com umas penas como desenho.
– Prontos Ally, fale logo. - a morena disse olhando para a loira, que eu agora sabia que se chamava Ally.
– Deixa de ser grossa Bea. - Ally riu. - Se você já notou meu nome é Ally, essa é a Beatrice ou Bea e como eu nunca te tinha visto aqui vim te perguntar.
– Sim, eu vim de Dallas. Sou a SeuNome.
– Dallas, na america? - Ally sorriu e logo abanou Bea. - Você ouviu Bea, ela é americana.
– Pensei que o sotaque tinha dado ajuda. - a morena ri. - Enfim, seja bem-vinda a nossa escola. É a pior do país mas a gente se aguenta. Desculpe a Ally, ela é muito ... sociável.
– Nenhum problema, eu pelo contrário não sou muito sociável, é meu primeiro ano numa escola mesmo.
– Ah SeuApelido, posso te chamar assim? Eu e a Bea te mostramos a escola, depois talvez apareça Larissa e os outros da classe.
Junto das duas garotas sou levada numa "visita guiada" pelos corredores. Olho com alguma agitação para todos os lugares desde dos armários até as líderes de torcida. Sempre sonhei com isso, me lembro de ver todos meus filmes favoritos de colegiais e ver os alunos correndo de um lado para o outro com armários, bailes e lideres de torcida, pela primeira vez era algo que se estava tornando real para mim.
Bea me explica o conteúdo de cada sala e me explica meu horário, enquanto Ally vai me apresentando todos desde da líder de turma Bella, uma garota um pouco baixa para a idade dela com uns cabelos ruivos vibrantes, até ás "queques" da turma.
No meio da multidão acabo por me perder delas duas. Pessoas andando de um lado para o outro, me dando encontrões e tudo mais me fazendo ficar nervosa até que alguém me dá um empurrão valente me fazendo cair. Quando penso que vou cair com toda a velocidade contra o chão, uns pares de braços fortes me seguram. Olho para a direita e vejo umas tatuagens enquanto o dono dos braços me puxa para cima. Arrumo meu cabelo e olho para a tal pessoas que me segurou, que confirmando minhas expectativas, era um garoto. Um garoto bonito, cabelos castanhos com mexas loiras bem arrumadas e uns olhos castanhos cor de chocolate encantadores. Se me visse agora no espelho veria o sorriso bobo que acabei de dar.
– Tenha cuidado da próxima vez, querida. - ele sorri franco e volta para a confusão.
Sorrio de volta e aceno com a mão e logo sou surpreendida por outra garota sorrindo, dessa vez acompanhada de um garoto. Em sua clavícula tem um símbolo estranho no entanto eu parecia o conhecer, acho que o havia visto num dos livros estranhos que meu pai guardava em sua estante e que não queria que eu visse, mas eu acabei vendo.
– Primeira vez que Calum é legal com uma garota, ainda por cima te chamou querida. - ela fez uma careta de apaixonada. - Sou a Larissa aproposito.
– SeuNome, sou a SeuNome.
– Ashton, já que minha querida Larissa não me apresentou. - o garoto disse.
– Ah vocês são ...
– NUNCA. - Larissa me interrompeu. - Nós vivemos juntos, somos como irmãos mas juro que nunca, mas nunca namoraríamos.
– Nunca mesmo. Ela gosta de cebolas, eu não imagina beijar o hálito de cebola.
– Vai-se foder, Irwin.
– É ... - ele vai para dizer algo, mas acaba segurando a cabeça. - Malditas dores.
– Vai na enfermaria. - Larissa se vira para ele. - Vai, eu vou conhecer a SeuNome.
Ashton puxa os cabelos dele e logo vai caminhando para uma saleta com uma cruz vermelha na porta. Larissa me fala sobre ela, e eu lhe falo sobre mim, enquanto isso ela me vai falando um pouco mais sobre Ally e Bea, o que me dá a entender que elas são um gênero de grupinho e acabaram por me aceitar. Mesmo com isso continuo a pensar no garoto e no comentário de Larissa, tanto que me vejo tentada a lhe perguntar.
– E o garoto? - a interrompo.
– Que garoto? - ela ergue uma sobrancelha.
– O que me segurou.
– Ah, o Calum Hood. - ela estala os dedos. - Sabe ele não é muito normal, é meio reservado, apenas se dá com Michael que também é a mesma coisa. Ele é estranho, as vezes diz coisas sem nexo ou mesmo noutra língua mas depois esquece-se do que disse.
– Alguém tem problemas de amnésia. - cantarolo e rio.
– Você é legal SeuNome, você vai se dar bem. Pode contar comigo, com a Ally e com a Bea. Também pode contar com Ash, mas ele é um mané por isso certifique-se que ele está bem da cabeça quando falar dele.
Dean Winchester P.O.V's
Coloco nuns três copos baixos um pouco de whisky e me sento no sofá enquanto Castiel tem o olhar mais pensativo do mundo. Sei que é meio estranho e excêntrico colocar um anjo para proteger minha filha, mas SeuNome é a única coisa que me resta, é a única coisa que não machuquei ainda e apenas confio em Cass para ficar com ela quando eu e Sam estivermos ausentes. Dou um gole na bebida e observo que Cass ainda continua um pouco pensativo.
Mesmo com esse olhar, ainda continuo pensando em minha doce, frágil e delicada filha. Ela é uma cópia viva de Elly, tem o mesmo sorriso e os mesmos olhos, depois tem um misto perfeito de minha personalidade com a de Elly. Nunca me perdoaria se alguma coisa acontece-se com ela. Posso perder até minha própria vida, mas se SeuNome a perder, nunca me perdoarei.
– Já sabe como vai contar a SeuNome que ela é herdeira? - Castiel acaba por dizer.
– Como assim? - franzi a testa. - Herdeira de que?
Bom, SeuNome nunca demonstrou hábitos de bruxa, ou seja, nunca tentou mexer com as mãos e nunca algo de estranho ocorreu com ela. Já pela parte de caçador, ela nunca foi uma garota obcecada pela morte, nem nunca achou muita graça a violência e enquanto não souber que somos caçadores e que ela viveu rodeada de sobrenaturalidade, nada pode ser herdado.
– Então você não sabe? - Castiel pisca os olhos rápido colocando o copo de lado. - Isso só pode ser brincadeira, como um homem das letras não sabe que ela é herdeira?
– Mas herdeira do que? Não é bruxa, nem caçadora. O que ela herda?
– Dean, se você tem a marca de Caim ... - ele faz uma pausa. - Ela é herdeira da marca de Caim.
Hello babes, amanhã já vou postar a segunda temporada de Our Faith só um aviso. Então aqui está provavelmente o maior capítulo que escrevi na minha vida, mas eu tenho tantas ideias para essa longfic. Podem ver no post anterior as personagens, que tem nomes vossos porque a fanfic é dedicada a vocês. Enfim, eu espero que vocês tenham gostado. Comentem. Amo vocês, Bea.



DEUS...AMOR DA MINHA VIDA EU TO AMANDO ESSA FIC...ELA É DOIDINHA E PFTO...E TEM UMA LARISSA QUE PARECE SER LEGAL AHAHHAHAHAHHAA
ResponderExcluirEntao,todos sao seres "sobrenaturais"? adorooooooo...amei o fato do Luke ser anjo ;)
Ela vai ser cuidada por um anjo,legal isso...ashuashua
AAAAH MAS É EU AMEI,TA MTO PFTO...ADOREI...MTO LEGAL... SeuNome ja conquistou o Cal,foi isso q eu entendi?
AH,n consigo msm imaginar um Calum Hood quieto,na dele...realmente é algo dificil de acreditar kkkkkkkkk
ta pfto amor,posta logo o proximo cap desse q eu amei e a segunda temporada do outro pq sim UHUUUUL
Aww ainda bem que você está gostando.
ExcluirSim, menos o Calum que é semipossuido, de resto todos nasceram com heranças sobrenaturais quer SeuNome, Ally, Bea e os garotos . Sim, o Calum vai ficar com a SeuNome na mentes por uns dias. É, se bem que ele é quieto na sua, mas é bagunceiro também c:
Posto sim c:
Ahh meu deus essa longfic promete... Eu adoro coisas sobrenaturais <3 e tá perfeito esse capítulo.. SeuNome já fez amizades já esbarrou com o Calum... Ansiosa pelo próximo capítulo ;) Continuaa :)
ResponderExcluirSame, same, same c: Aw obrigada. Não é todo o dia que as pessoas que esbaram com o Calum Hood
ExcluirHeey ... Vocês estão aceitando escritoras no blog?? Se sim, por favor me avise pra mim mandar a sinopse e o trailer gostaria de fazer parte do blog.
ResponderExcluirEmail: gioovannabarboosa13@gmail.com
Obrigado e beijão.... s2
Nao sei, tera que falar com a Leh ela que sabe
ExcluirAh!! Entendi!! Vou esperar alguma postagem dela, ai eu converso e tals... Obrigadão!!
ExcluirSua fic ta maravilhosa, tipo to amando shushuahsua CONTINUUUUAa
Beijão s2
Oh meu pai, Cass de baba foi hilário... ele definitivamente não leva jeito com crianças e adolescentes, hahaha. Eu adorei que você usou o nome de todas as suas leitoras! Esse capítulo tá perfeito e Bea, me diz que você vai incluir o Crowley nessa história, por favor?
ResponderExcluirImagina só o Cass sendo babá da filha do Dean Winchester ahahaha vai ser giro de ler e escrever c: Claro Crowley tem que entrar, se existem demônios o Crowley chega divando ao som da música
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