Baby, It's a Dark World - III

Sozinho no meio da multidão e cada segundo que passa me lembra que não estou em casa. Luzes brilhantes e sons da cidade estão soando como um tambor desconhecido, desconhecido. Todos os olhos brilhantes, corações vazios comprando felicidade em carrinhos de supermercados. Nada além de tempo para gastar bebericando vida de garrafas. Guarda-costas bem constituídos, Gucci pela avenida abaixo cocaína, cédulas de dólar e minha pequena pílula da felicidade leve-me daqui. Seque meus olhos dê cor aos meus céus, minha pequena e doce pílula acalme minha fome. Se espalhe por dentro anestesie minha pele como uma rocha, eu flutuo. Conversas suadas escoam até meus ossos quatro paredes não são o bastante. Eu dou um mergulho no desconhecido. - Happy Little Pill
Calum P.O.V's 
Acordei novamente com um sentimento de culpa, fazia uns anos que costumava acordar com esse sentimento, contudo o sonho dessa noite tinha sido mais macabro que tudo. O meu "eu" entrava numa sala com as paredes pintadas de vermelho onde um homem gordo me contava e ordenava para matar uma garota, que parecia tão familiar, mas agora não me lembrava do nome dela ou mesmo como ela era. Me levantei da cama e notei que ainda vestia minha calça jean preta e minha tee shirt favorita dos Nirvana. Mas eu dormi vestido? Que merda é esta.

O cheiro a queimado invade minhas narinas, o que deve significar que Mali está cozinhando. Mas mamãe deixou Mali cozinhar novamente? Não chegou quando ela quase incendiou a cozinha no dia em que papai obrigou Mali a cozinhar para nós porque minha mãe estava no trabalho. Sai pelas escadas de incêndio vai que ela me obrigava a comer aquelas panquecas "tostadinhas".
Mereço acordar traumatizado logo pela manhã? Me encosto a parede da casa de Michael, esperando que ele saia, e continuo a pensar no sonho. Tudo começou a mudar há uns anos atrás.

Flashback On.
Tinha acabado de sair da festa da Karol. Meu corpo ainda balançava com a música em meus ouvidos, e ainda tinha um copo vermelho com cerveja em minha mão. Eu ria como um pleno idiota até que acabei por bater contra qualquer coisa acabando por cair no chão mesmo tento plena consciência que estava bêbado, quando ouvi um galho se quebrar. Olhei para o local em que ouvira o galho ser quebrado e não encontrei nada até que sinto uma dor enorme no corpo e perco todos os meus sentidos.
Sentia que algo tinha se apoderado de mim, de meu corpo, de meus órgãos. Eu ainda era o Calum, mas parecia que tinha mais algo me controlando.
Flashback Off.

Mesmo com a culpa me possuindo, eu ainda tinha a imagem daquela garota que segurei ontem. Ela era algo de diferente, havia outras garotas com certeza mais sexy que ela, mas tinha algo que me captava naqueles olhos cor de avelã ou talvez naquele sorriso bobo, era tudo uma mistura perfeita. Nem cheguei saber o nome dela. Talvez Michael saiba, ele conhece todo o mundo.

SeuNome P.O.V's
Sou acordada com meu pai berrando meu nome. Bom, pelo menos sei que ele está em casa e que ainda não partiu para suas viagens. Puxei o travesseiro para cima de minha cabeça mas logo foi interrompida por meu tio entrando no meu quarto também berrando o meu nome. Afinal eles estarem de viagem poderia ter dado jeito hoje. Atirei minha almofada contra ele o expulsando do meu quarto. Peguei as chaves e tranquei o quarto antes que mais alguém se lembra-se de interromper minha manhã. Peguei uma t-shirt listrada branca e azul, uns jeans cinza e uns tênis converse e comecei a me vestir rapidamente ou perderia o ônibus. Atirei os manuais contra minha mochila e desci as escadas saltando, na verdade saltar naquelas escadas era bem interessante porque fazia eco em toda a casa e eu acabaria por irritar meu pai. Legal né?

Caminhei até a cozinha e dei-me com uma imagem que apenas via no meu aniversário. Meu querido pai, com o avental cor-de-rosa que eu lhe havia dado no dia do pai quando eu tinha 3 anos, fazendo ou pelo menos tentando fazer panquecas. Vai cair um santo do altar, só pode. Dean Winchester cozinhando é tão raro como um eclipse lunar.

     – Bom dia, SeuApelido.
     – Uma pergunta. - ele franziu as sobrancelhas. - Mas você caiu e bateu com a cabeça?
     – Não posso cozinhar para a minha filha?
     – Não é meu aniversário, nem o seu ... Ah claro, é o aniversário do tio Sam.


     – Ninguém faz anos, SeuNome. - ele rolou os olhos. - Tal como a sua mãe.
     – Quem faz anos? - Sam se sentou na mesa.
     – Então não é você tio Sam? - perguntei ainda irritando mais meu pai.
     – É um marco, SeuNome vai para o colegial e eu e seu tio vamos conhecer a Austrália em negócios.
     – Ah, entendi. Então são panquecas de "desculpa não estar aqui quando você chegar"?
     – Você está zangada?
     – Eu estou habituada. - tirei uma maça do cesto. - Então apanho o onibus de volta para casa.
     – Por acaso Cass vai te pegar depois da escola.
     – Porque é que não posso ir de ônibus.
     – Porque Cass te vai pegar, duh. - ele desligou a placa. - Afinal a panqueca ficou horrível, logo fique com a maçãzinha .
     – Eu vou andando. Tchau Sammy, tchau pai.
     – Hey, hey, hey. Não vai se despedir de mim, não?
     – Eu disse tchau pai.

Abri a porta e caminhei para fora. Coloquei as alças da mochila sobre meus ombros e andei pelo gênero de passadiço que tinha no meio do jardim, onde ontem meu pai tinha instalado a rega automática. Coloquei meus fones de ouvido e logo voltei ao meu caminho quando do nada a rega começou a funcionar. NÃO TEM GRAÇA PAI. Coloquei as mãos em frente da minha cara e estiquei o braço tentando correr por ali, mas logo parou. Okay pai, da próxima vez atiro a panqueca pela sua guela a baixo.

Sai de perto daquela rega idiota e me sentei no banco da paragem. Me sentia uma criança pequena que está indo pela primeira vez para a creche. Não sei o que fazer, não sei como é que a escola pública funciona e tenho medo de estar fazendo algo errado. Por outra palavras espero não me perder das garotas. Sou retirada de meus pensamentos quando a buzina do autocarro é pressionada bem forte na frente do banco, me despertando - já que eu andava ainda meio adormecida -.
Me levanto e subo pelas escadas do ônibus olhado para o fundo onde Ally acena, me chamando para sentar do lado dela.

     – Bom dia SeuApelido. - nossa como é que alguém começa com tanta energia matinal?
     – Hey Ally.
     – Nervosa para o primeiro dia? - ela pergunta guardando o celular no bolso da mochila.
     – Eu nem sei o que é uma escola. - rio francamente. - Vou-me perder.
     – Não vai nada. Bea e Larissa devem estar na escola com os garotos.
     – Os garotos? - ergo uma sobrancelha. Só conhecia um.
     – Você sabe, ou melhor, não sabe, acho que você não conhece o Luke. Mas conhece o Ash. - ela sorri quando pronuncia o nome "Ash".
     – Esse conhece o Ash, me soou suspeito. - dou um toque no ombro dela o que a faz corar. - Posso não ter andando numa escola mas soou suspeito.
     – Ele é ... legal.


     – Sei. - dou de ombros. 
     – Uma coisa que eu sei, você conheceu o Hood. - Ally sorri. - É um pouco estranho uma novata ter arrancado palavras dele.
     – O Calum? Ah, ele parece um bom cara.
     – Ele é estranho SeuNome. Ou melhor, agora é, ele costumava ser o garoto que todas as garotas queriam e dava-se com todo o mundo, agora é só um garoto estranho que só conversa com o Michael. Ele chumbou o último ano, por isso que está na nossa classe.
     – E o Michael é?
     – Quando você vir um garoto de cabelo vermelho, você achou ele. Mas também podemos dizer que é o único garoto que tenta conversar com a Bea. 
     – A Bea? O que tem a Bea?
     – A Bea é legal, mas quando toca a estudos ela está lá e desde da 5ª serie que ele tenta falar com ela e ela não dá a mínima.
     – Ah mas eu sei quem tem uma queda pelo Ash, Ally.
     – Para de falar nisso, eu não tenho uma queda pelo Ash. - ela se virou irritada.

Dei de ombros e fiquei jogando em meu celular durante o caminho todo até avistar a escola. Estava igual a de ontem, só que já não tinha as faixas de bem-vindos e todos pareciam que haviam entrado no inferno. Mas finalmente dava para ver bem os grupos. Têm as meninas populares, que se vestem como vadias, os garotos populares que andam todos em conjunto zoando com os excluídos que chegavam a ser 5 ou 6 e os estudantes normais, ou seja, a zona onde eu me enquadro. Durante o tempo em que não estava na classe deu para entender bem a química da turma. Ally é a mais divertida e talvez, se ela se vesti-se como uma vadia, chega-se a ser popular, mesmo assim ela não é mesquinha nem intrometida como elas. Bea é reservada, até demais, apenas ouve e diz algo louco de vez em quando, é o tipo de garota estudiosa. Larissa é o núcleo louco do grupo e também a que mais flerta e talvez a única que namore, talvez não ela é a única que namora, ela namora com um dos jogadores de basketball, Luke Hemmings, que por acaso não é tão intrometido como eu pensei que era. Luke é socialmente desajeitado, mas consegue atrair olhares de qualquer garota que quiser. Me diz qual é a garota que não gosta de um garoto alto, de olhos azuis e com um olhar de badboy. Mas não, nem mesmo se tenta-se, a personalidade de Hemmings não é ser badboy. Ashton é o que mais conversa no grupo, tem sempre algo que dizer e seu passatempo favorito, sem dúvida, é irritar Ally que berra mais com ele do que quando eu quebrei a jarra de meu pai. 

Os outros alunos, que alguns ainda nem tive capacidade de conhecer, parecem também ser simpáticos. Têm a Bella, que é conhecida por ser a fofoqueira da escola e estar sempre usando uma peça cor-de-rosa, a Karol que faz festas para tudo, o Carter que é o capitão da equipe de basketball e o Mason que o persegue para todo o lado. 
Durante as classes eu observava Calum, ele realmente era estranho, nunca o vi sorrir hoje e apenas o via conversar com Michael, que sem dúvida é excêntrico. Apenas algo batia muito errado com Hood, ele na dele era bastante quieto mas com Michael perdia as estribeiras todas. Eu estava curiosa para conhecer a personalidade dele.

Me ajeitei mais uma vez no meu lugar olhando para o grande relógio na parede, as horas pareciam nunca mais passar e uma hora e meia de Matemática era muito, mas muito cansativo para mim e para a turma que apenas largava suspiros de tédio. Nossa professora aparentava ter os seus trinta anos e prendia seus cabelos pretos, com brancas, num grande puxo a bailarina e usava uns saltos pretos que irritava toda a turma quando batiam no soalho velho da escola. Agora imaginem o barulho do soalho a ranger durante uma hora e meia? Irritante, né? Afundei a cara no livro e olhei para o lado para ver como Bea estava indo, já que ela estava na mesma carteira que eu, e até a santa Bea estava mais a dormir do que acordada.

O som dos ponteiros do relógio se mexerem era o único som agradável na turma, quer dizer todos menos Ashton que tinha os fones de ouvido escondidos com sua grande cabeleira encaracolada que escondia o fone. Mais uma vez, meu lápis começou a bater no livro esperando que a aula terminasse. Como é que dois minutos pareciam passar tão lentamente? 
Olhei para o lugar de Calum, e ele apenas estava olhando para a janela. Aquele garoto era tão abstrato como uma tela branca. Acho que já nem lembro do som da voz dele.

     – Para de olhar para o Hood, SeuApelido. - Bea beliscou meu braço. - Ele não vai falar nem que alguém espeta-se uma faca no coração dele.
     – Ah qualé Bea, vai dizer que também não fica curiosa. 
     – Se quer tanto falar com ele, eu falo com Michael e armamos algo para vocês se falarem.


     – Ah então você sempre fala com Michael? Pensei que estava muito ocupada com seus livros.
     – Você me faz parecer nerd, SeuNome Winchester.
     – Só acho que você é tipo "melhor amiga" de seu livro de Química.
     – As vezes as pessoas escondem seus medos com timidez e silêncio. 

Quando me preparava para responder a Bea, o sinal para sair da aula começa a tocar e toda a classe se levanta, arrumando seu material rapidamente e correndo para fora da aula. Bea pegou em sua mochila e saiu atrás de Luke e Larissa. 
Puxei meus cabelos para trás prendendo-os com um elástico que trazia no pulso e fechei meu livro o colocando dentro da mochila. É, eu havia ficado para trás. Ally ia com Bea no ônibus, Luke e Ashton iriam sair e Larissa, bom Larissa devia de andar por ai ou então ia de carona com alguém. A sala estava vazia apenas sobrava eu e mais alguém por trás de mim que também foi deixado para trás, mesmo assim não me dei ao trabalho de ver quem era.
Fechei o ziper da minha mochila e a coloquei em meu ombro me virando para ver que eu havia esquecido alguma coisa, contudo o que vi foi apenas Calum encostado a sua mesa me observando o que me assustou.

     – Desculpa. - ele riu olhando para a minha cara assustada.
     – Se eu morre-se a culpa seria sua, Hood. - rolei os olhos dando de ombros. - O que você está fazendo ai?
     – Eu queria saber seu nome.
     – E não podia ter perguntado, quem sabe, quando me viu. Estamos na mesa classe, você me vê 15/24 horas do dia.
     – As pessoas iam achar estranho que eu fala-se com uma novata. - ele cruzou os braços. Virei costas, um pouco chateada com a resposta dele. - Mas você não me disse seu nome.
     – SeuNome. - respondi sem olhar para trás enquanto caminhava pelos corredores.
     – Foi um prazer te conhecer.

Okay, Ally tem razão : ele é estranho, mas é estranho que atrai.
Caminho pelos corredores vazios do colégio, dos meus lados apenas existem armários da cor azul escura, parece um filme de terror. Desço as escadas da entrada da escola e logo sou surpreendida pelo tal de Cass que o meu pai insiste que eu devo me dar bem.

     – Hey. - ele diz meio confuso.
     – Oi Cass.

Dean Winchester P.O.V's
Não, não, não e não.
De jeito nenhum que a minha filha iria herdar essa marca do inferno. Enquanto eu viver ela não passará para ela. Prometi para mim mesmo que iria proteger SeuNome de tudo. Mas porque é que o estúpido do Caim não me explicou que a marca é hereditária. Pensei que ela iria comigo para o túmulo, mas afinal ela vai passar para a minha filha? Para a minha doce filha que pensa que os vampiros são aqueles que ela vê em Twilight? Ela nem sabe que eu sou caçador ou que a mãe era semi-bruxa e agora ela recebia uma marca que lhe dava sede de sangue? Oh nem pensar. Como eu vou resolver o problema? Falando com Crowley, e se ele não me ajuda eu o desfaço em pedaços e queimo-os de seguida. Ninguém mexe com minha filha.
Sam segurava as mãos algemadas de Crowley enquanto entravamos na minha nova sala, vou estar agora a infetar o ar da sala onde eu assisto jogos com espirito demoníaco. Mereço?
A parte ruim do mundo é que ele é pequeno demais, pequeno demais para esconder uma garota de 16 anos. Quando você passa séculos entre a vastidão eterna e o inimaginável, é um tanto quanto difícil encarar o simplório. Sim, este é o adjetivo adequado.

Prendi Crowley a uma das cadeiras da sala, o prendendo novamente com mais um par de algemas. Ah porque é que eu tive que ser caçador, porque é que eu não me formei em economia? Pelo menos não andava atrás de demônios e não colocaria minha filha em perigo. Se SeuNome descobre qualquer coisa nem imagino o que ela faz.

     – Então deixa ver se eu entendi. Você ... - ele apontou para mim. - É pai? Piada do ano. Quem é que trocou as fraldas.
     – Você lembra da Elly?
     – Era bonita e era minha até vocês dois se armarem em cavaleiros e a retirarem do Inferno. Agora quem é que me avisa dos demônios.
     – Sabe onde ela está agora?
     – Morta, eu vi-a no purgatório. Vai demorar a sair de lá, mas talvez daqui a uns 100 séculos ela se safe. Mas explique lá, como é ser pai?
     – Oh você sabe, você tem um filho, não tem Crowley.
     – Ah sim, Gavin. - ele disse rindo. - O que? Quer que eu traga meu filho para brincar de bonecas com a sua?
     – Não. Já que você não quis mandar seu filho de volta para seu lugar, vai me ajudar com uma pequena coisa.
     – Porque eu haveria de ajudar?
     – Ou isso, ou seu querido filho vai voltar ao desastre que lhe provocou a morte. Quero que me explique como é que uma marca pode ser hereditária .
     – Podendo. Você não sabia disso?
     – Acha que se eu soubesse iria chamar um idiota como você e o prender na minha linda cozinha para poluir o ar?
     – Pai? - ouço uma voz por trás de mim e vejo SeuNome e logo Castiel correndo atrás dela. - O que é isso?
     – Oh, talvez eu chame meu filho afinal.

Hello pessoinhas do meu coração.
Daqui Bea. Então aqui temos o capítulo em que conhecemos 3 pontos de vista : O da SeuNome, o do Calum e o do Dean. Ou seja vocês souberam como é que Calum foi possuido e em breve saberão por quem e porque é que ele tem sonhos estranhos, mas não é agora porque vocês vão ter que esperar. Espero que tenham gostado. Amo vocês.

6 comentários:

  1. AHAHAHAHAAAAA VC TA DE BRINCADEIRA NÉ...MEBINA EU TIVE UM PIRIPAQUE,EU SOU NAMORADA DO LUKE KKKKKKKK AAAAAAAH MDS EU DEI UM GRITO EU TO MTO HAPPY...AAAAAH CARALHO
    vc basicamente me definiu na "definiçao" da Larissa kkkkkkk geeente...vc é advinha menina...a unica diferença é q n sou mto de ficar com os pia por ai...MAS AI EU SOU E EU NAMORO O LUKE KKKKKKKKK TEEE AMOOOOOO MDDDS....
    Eu n entendi direito a parte q o Cal é possuido,mas ok
    O Calum Hood q n fala com ninguem e fica olhando pra janela gostou da SeuNome,huuuuum... SeuNome arraza coraçoeees kkkkkkkk
    Eu tbm n entendi essa parte da marca do demonio? Eu realmente n entendi,sabe como é né...sou lenta,lerda,de vagar,burra...chame como quer kkkkkkkk
    MAS EU AMEI,MDS EU TO AMANDO ESSA FIC ATE EU SOU NAMORADO DO HEMMINGS HAHAHA ADOORO...
    essa fic é reapmente perfeita,super diferente e eu to amando ela...continua.logo kkkkkkk
    SOUBNAMORADA DO LUKE \O/ UHUUUUL

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    1. c: eu sei que você é luke girl por isso coloquei vocês dois juntos c: Sou? Eita vou tentar jogar na lotaria. Deixa ver se eu explico, o Calum foi possuído por um demônio, mas algo fez com que ele conseguisse controlar ainda a parte humana, mas ele tem um demônio possuindo o corpo dele. É a marca de Caim - que é um demónio - serve para poder usar a primeira lâmina e SeuNome é herdeira da marca por Dean a possuir c:

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  2. Nossa eu vi meu nome ali no meio.. Eu do altas festas tuts tuts tuts kkkkkkkk brincadeira... Bom eu amei o capítulo, tô doida pra saber sobre os sonhos do Cal ;)
    Continuaa :)

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    1. Altas festas com Calum Hood Ebba Tenho que fazer um capítulo com os sonhos do Calum.

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  3. Precisa mesmo fazer algo com os sonhos do Calum. Eu ri demais com o Crowley, ele entrou divando e sambando na cara dos Winchester, hahaha. Bea, você deve ser bruxa, no bom sentindo, porque a personagem Ally se parece muito comigo na personalidade e na queda pelo Ash. E por que as populares tem que ser tudo vadias? E quem possuiu o Calum já apareceu na série ou você vai inventar um novo demônio?

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    1. Gente sério eu vou jogar na lotaria porque eu estou adivinhando muito e eu preciso virar rica ahaha No próximo capítulo eu falo sobre o Cal, hum tenho que ler de novo a lista dos demônios ressuscitar um quem sabe ahaha, depende muito. São quase toda. Crowley é sempre divo, é o meu idolo ahaha.

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