Our Faith - 35

Você vai saber, você vai saber quando ela aparecer porque ela vai coloca-lo nervoso sem dizer uma palavra, vai faze-lo tremer quando ela segura sua mão e vai faze-lo sorrir apenas com um simples beijo. Ela vai ser o seu anjo, vai ser a sua alegria e vai faze-lo correr mundos para a manter segura. Ela vai ser o seu tudo. - Anonymous
Michael P.O.V's
Observei mais uma vez SeuNome dormindo em meu colo. Supostamente ela iria me provar que me conseguiria vencer no Mario Kart mas acabou adormecendo mal perdeu a primeira vez.
Como normal meus pais estavam fora trabalhando, ás vezes os culpava por muitos dos meus erros. Estavam sempre fora, sempre mesmo. Acho que metade da minha infância foi passado com a mãe do Luke.

Afastei esses pensamentos da minha mente e voltei a observa-la. Seu peito subia e descia compassando de acordo com sua respiração. Puxei um dos cobertores do sofá e o coloquei sobre ela enquanto sai da sua beira.

Desci as escadas do alpendre e me sentei lá pensando como a proteger. Ela não queria ser protegida, e isso me irritava porque algo me dizia que ela precisava de ser. E era por uma delas que, bom, eu estava ali.
Andei pela rua vazia e um tanto pouco iluminado por lâmpadas fracas, segui para um dos dos caminhos tentando afastar todos os medos de a perder. É, eu parecia uma menininha que deu o primeiro beijo. Talvez o amor fosse mesmo isso, um sentimento que ninguém conseguia controlar.

Acabei por me sentar numa esplanada de um café que havia fechado há bastante tempo e me deixei por estar ali. O idiota do Jacob sabia de coisas sobre mim que SeuNome não podia saber, fora também o que sabia sobre Vitória. Não, eu não posso perder aquela garota.

        – Quando disseram que você tinha voltado de Brooklyn, tive que vir confirmar. - uns saltos bateram captando minha atenção. Me virei reconhecendo a voz de ... Vitória. - Sentiu saudade, Clifford?


        – Vitória Moncalieri. - rolo os olhos vendo seus traços envelhecidos desde dos 15. - O tempo não foi bom com você.
        – Nem com você, quando te vi era loiro e não um fosforo. Pensei que estaria morto, a última vez que olhei para você, você fumava 15 cigarros ao dia. - ela passou por mim.
        – Eu não fumo, Vitória. Pelo menos não mais.
        – Eu sei, ela te dá rédia curta. - ela retirou o seu Iphone da bolsa e o colocou na minha mão. - Incrível, pensei que sua namorada fosse alguém com ... menos virgindade. Na verdade nem acreditei quando Jacob me falou sobre ... SeuNome? É esse o nome dela?
        – Onde, onde é que você arrumou isso Vitória? - olhei para a imagem que alguém havia captado.
        – Não parece feliz por me ver.
        – Você anda me perseguindo e a minha namorada. O que você quer hum? Já não bastou ter-me enviado para um internato em Brookyln.
        – Ah não Mikey. - ela riu sarcasticamente. - Só queria conhecer meu próximo alvo. Gosto de conhecer meus jogadores

Puta de merda, porque é que eu acabei mesmo mexendo com ela. Meu coração se apertou como se alguém o tivesse nas mãos, meu sangue ferveu e minha maior vontade ela quebrar qualquer coisa, e se não fosse quebrar a cara dela seria normal. Eu devia de saber que ela nunca joga limpo. Onde é que eu foi meter a minha frágil SeuNome? O que eu faço agora?

        – Nunca houve você na minha vida Vitória, veja se entende.
        – Então me deixe conversar com ela. - ela retira seu celular brutalmente das minhas mãos. - Não é como se eu fosse machucar seu novo brinquedinho.
        –  ELA NÃO É UM BRINQUEDO VITÓRIA. - a prendo contra a parede.
        –  O que vai fazer? Me bater novamente? - ela tem razão. Se eu lhe bater volto para Brooklyn. - Bem me parecia.
        – Você não vai tocar nem ficar perto dela. 

SeuNome P.O.V's
Minha cabeça doia, parece que me tinham batido.
Abri lentamente os olhos e dei-me com o teto da sala de Michael, contudo ele não estava aqui. Onde é que ele havia se metido. Ergui o tronco e me sentei ainda com o cobertor em minhas pernas. Me lembrem de o matar por me ter deixado sozinha aqui. Ao olhar para cima me perguntei quanto tempo eu dormi. A memória de ter perdido contra Michael no Mario Kart era a única que vinha a tona. Devo ter adormecido.

Me levantei e caminhei pela sala até a cozinha onde peguei um copo de água o bebendo rapidamente para ver se essa dor sumia. Quando ia voltar a fechar os olhos ouço a tranca da porta sendo aberta causando uma barulheira infernal e um garoto de cabelos vermelhos alaranjados passar pela entrada. Bufei para mim mesma e caminhei até ele.

        –  Oi. Dormiu bem? - ele beijou minha testa. Senti um tom de nervosismo em sua voz.
        –  Eu sim, agora você está ... tenso? - franzi a sobrancelha o abraçando.
        –  Impressão sua.
        –  Michael, não me minta. Eu sei que você está mentindo, seu coração acelerou.
        –  Não é nada SeuNome. Sério ... - ele me desabraçou e segurou meu rosto. - Você sumiria?
        –  O que? - eu já não estava entendendo nada.
        –  Você sabe, você me deixaria por outro cara?
        –  Primeiro, não entendo nadinha do que você está dizendo. E segundo, que outro cara? Ninguém naquele colégio me aturaria mesmo.
        –  Eu não estou brincando Dallas, eu quero mesmo saber. Eu preciso de saber. - ele deu enfase na palavra "preciso".

Parei e fiquei o encarando. Podia apostar que ele estava inseguro de qualquer coisa e me mentido acerca de qualquer coisa. Gesticulei a boca mas rapidamente me calei procurando o que dizer. Algo estava muito errado aqui. O ambiente estava pesado, pesado até demais para ele que costumava brochar em todas as situações.

Algo estava estranho, estava mesmo e eu estava me irritando porque algo me dizia que durante a saída dele, enquanto eu tirava um cochilo, aconteceu algo. Mesmo com a carga de emoções negativas que eu estava sentido agora, consegui finalmente articular algo para dizer.

        –  Você sabe que não. - retirei meu olhar do chão para o poder encarar por alguns segundos. - Você está mentido para mim Michael.


        –  Só fiz uma pergunta, não venha com dramas.
      –  Então eu sou a dramática? Você me está mentido com quantos dentes têm e eu é que faço drama? Poupe-me Michael.

Caminho chateada até ao bengaleiro de onde tiro minha mala e meu casaco pronta para deixar aquele ambiente antes que começássemos mesmo a brigar. Qual era o intuito de me mentir? O que eu iria fazer? Bater nele por sair daqui? Não. Só não precisa de esconder as mentirar me culpando de tudo o que acontece nesse mundo, principalmente os problemas dele que acabavam sendo os meus problemas.

Quando estou pronta para abrir a porta, ele segura minha cintura não me deixando ir. Nem penso em me debater, ele é mais forte que eu é quase como se um rato tentasse levantar a pata de um elefante. Suspirei para mim mesma sentido, pelo menos, algumas emoções sumindo.

        –  Eu sinto muito querida, eu não te queria machucar. - ele puxa meu rosto para o encarar. - Eu só odeio que se metam na minha vida e eu sou impulsivo, não sei o que digo. Nunca pensei em te machucar.
        –  Só quero saber o que se tem passado esses dias, você está estranho.
        –  São só problemas, você sabe a formatura, universidades e todos querendo ir para a California. Não estava muito preparado para isso.
        –  Eu vou fingir que acredito. - me coloco em bicos de pés para o beijar e logo sinto ele me pegando no colo. - Quando você quiser contar, me conta. 
        –  Talvez não hoje, nem amanhã. Daqui há alguns quarenta anos, depois de termos filhos.
        –  Quem disse que iamos ter filhos?
        –  Eu disse. Eu preciso de ter um garoto para ensinar a jogar futebol e a tocar guitarra e também uma menininha para proteger dos idiotas e vê-la nas festas de ballet.
        –  Você é tão normal ai dentro dessa pele de bad boy, não é?
        –  Se você não for contar a ninguém eu admito. - ele brinca com meus cachos caindo de meu coque.
        –  Eu prometo. - levanto meu dedo mindinho e ele ri.

[ ... ]

Ele ainda tinha tentando insistir que eu ficasse com ele mas como meus pais não ficaram apreensivos com a ala de internato neguei, que bom, me ouviu. Vesti meu casaco e peguei minha mala, retirando meu celular para verificar se alguém tinha tentado me ligar ou algo do gênero.
Não era que a rua onde Michael vive-se fosse assustadora, pelo contrário estavam todas as lampadas funcionando. Com meus vans desgatados batendo contra o chão de alcatrão foi caminhado pela rua. Não, a casa de Michael não ficava longe da minha, ficava no máximo uns dez minutos a pé. Já passei pior.

Continuo a caminhar até que o barulho de saltos altos batendo contra a calçada me assustam. Coloco meu celular na bolsa e respiro fundo zoando de mim mesma por estar assustada. Respiro fundo e continuo calada até que uma garota se coloca na minha frente.
Não aparenta ter mais que a minha idade, ou pelo menos não aparenta. Seus cabelos tem cachos volumosos e sua postura é elegante.

        – Precisa de ajuda? - pergunto sem me mexer do meu lugar.
        – Você é a SeuNome, né? - ela se questiona enquanto caminha perto de mim, me fazendo recuar.
        – É ... Depende da SeuNome que procura, existem muitas SeuNomes nessa cidade.
        – Mas só uma delas namora com o Michael Clifford e, se não estou enganada, você só conhece um Michael Clifford docinho. - andou em volta de mim. - Você é tão ingênua.


        – Desculpa? - minha vontade agora era sair correndo daqui, mas algo me dizia que não o deveria fazer.
        – Aposto que não sabe que seu namorado mandava mais fumo que uma chaminé com 15 anos. Mas é normal querida, você não o conhece tão bem quanto pensa. - passou a mão no meu cabelo, eu estava gelada e com vontade de fugir nesse preciso momento.
        – E quem é você?
        – Nossa agora me sinto mal, pensei que ele iria falar de mim. - ela fiz biquinho e de seguida riu.
        – Q...quem é você? - repito olhando para ela.
        – Meu nome é Vitória.

E aqui estou eu novamente chateando todo o mundo e trazendo o 35º capítulo, lembrando que falta cinco capítulo para terminar essa temporada. Então falando sobre esse capítulo, ele girou a volta da Vitória que vai ser uma personagem regular nos próximos cinco capítulos (vamos todos celebrar). Sobre a próxima temporada, eu vou precisar de um nome feminino e vou escolher um dos vossos nomes para ser (não vou contar para vocês). Espero que vocês não se importem que eu coloque os vossos nomes. Com nova temporada vem novo banner de capítulo por isso quando aparecer um novo banner não se assustem. Amo vocês demais.

 

6 comentários:

  1. Ai Deus! Retiro que disse no cap anterior! Essa Vitória é horrível!
    Pena do Mikey :( eu espero que tudo fique bem u.u
    Outra personagem? Gostei *---* Senti falta dos outros nesse cap, principalmente do Calum e da Clarice, adoro eles!
    Tô louca para a nova temporada, continua logo se não eu morro de ansiedade! Love you <333333 xox

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    1. Mas tinha que ter mais uma vilã na fic não tinha?
      Mikey protegendo a SeuNome é tão fofo. A próxima personagem vai aparecer quando eu atualizar as personagens para a segunda temporada. Eles voltam, então na 2ª vocês cansar dele.
      Continuo sim, Ily too

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  2. Kkkkkkkkk ameei a Vitoria,adoro um barraco kkkkkkk
    Mike...vc é tao fooooofo com essa historia de filhos :3
    LINDO,MARAVILHOSO,GOSTOSO E FOFO...SE EU N FOSSE CASADA COM O LUKE EU CASAVA COM VC \O/
    amore...eu amoooo sua fic,mds q pfto esse cap...eu gostei dessa doida da vitoria,e acredito q esses proximos caps vao ser tao,emocionantes?
    em fim,EU AMEI MDS...Michael é tao fofo com a SeuNome *-*
    AMOR VOU ME CANDIDATAR PRA VC POR MEU NOME \o/
    De preferencia o Luke e a loirinha vao ter q terminar e eu vou ficar com ele kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ai olha ai eu querendo foder com a fic...
    continua logo amore da minha vida \o/

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    1. Larissa : amante de barraco
      Tem que haver doses iguais de barraco e amor se não é chato.
      Você casou e não me convidou para o casamento? Me sentindo ofendida e sozinha ahahaa
      Por isso é que ela aparece mais, porque ela tem a personalidade da Katherine Petrova e eu gosto dela
      Eu me candidato a tributo.
      Continuo sim princesa. ily

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  3. Ah... essa puta de vitória já ta me enchendo paciência, tomara que morra Atropelada por um caminhão

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