Você corre, como as letras nestas páginas. Eu não estou doente, mas ainda tão longe da sanidade. Pesadelos, eu não dormi em idades. As batalhas ganhas, mas ainda há veneno em nossas veias. Perdemos o controle, qualquer coisa, mas com cuidado para baixo e fluxo. Segure-me perto, mantenha-me dizer-me a vida é apenas um sonho. Salve-me! Eu acho que estou perdendo minha mente. Você disse que ia vir para mim quando o mundo me engolir todo. Bem, esta é uma guerra! Salve-me, as batalhas vencidas, mas a guerra ainda é lutar. Você disse que ia vir para mim quando o mundo me engolir todo. Bem, esta é uma guerra! - War
P.O.V ASHTON
— Então a Jenna realmente voltou?
— Luke perguntou ao vê-la sair com SeuNome rindo e conversando. Ela podia não
desconfiar, mas eu sabia que ela simplesmente odiava essa garota mais do que
qualquer coisa. A única coisa que não consigo entender é como uma garota tão
inteligente e bonita podia ficar andando com uma vadia e burra como Jenna?
— É, ela voltou. E sabe do que
mais? — Luke negou. — Derek Martin foi convocado para uma guerra.
— Uma... Guerra? Guerra tipo:
armas, granadas, mortes ou guerra de comida?
— Guerra de melhor adolescente
burro, seu idiota! — Luke revirou os olhos. — Para quê você acha que meu futuro
cunhado entrou no exército? — Luke me olhou e começou a gargalhar. — Me deixe
sonhar em paz, por favor.
— Mas e quanto a ela? Sabe me
dizer se está triste ou algo do tipo? — Perguntou.
— Não faço a menor ideia.
Primeiro dia de aula. Para
alguns, o começo da escravidão. Para outros, a oportunidade de melhorar as
notas e ter mais chances de se dar bem na vida. Para mim e Luke, era banco ou
primeiro time. Guardei as minhas coisas em meu armário e vi SeuNome voltando
com Jenna. Seu cabelo loiro avermelhado –como eu gosto de dizer– tinha um
cheiro bom de pêssego com creme. Não sei se era seu cheiro natural ou um
shampoo com cheiro de pêssego com creme, mas eu estava gostando. Seus olhos
verdes não estavam com o mesmo brilho de semana passada, quando estávamos em
sua festa de despedidas de férias, eles estavam tristes, sem vida. Ela
certamente não está muito contente em relação à Derek ir para a guerra. Senti
vontade de ir até lá e consolá-la, mas eu simplesmente não podia, ou melhor,
queria me afastar da grande humilhação ao ser ignorado por ela.
— Essa cidade tá um pouco lenta.
— Comentou Luke. — Adoraria que algo estranho acontecesse por aqui.
— A melhor coisa que aconteceu
nessa cidade foi o nascimento de SeuNome Martin. — Tapei minha boca assim que
ela passou por mim. Que Deus queira que ela não tenha me ouvido! — Oi, SeuNome!
Você continua... Continua a me ignorar.
— Cara, sai dessa!
— O quê?
— Essa sua obsessão pela SeuNome
já está se tornando irritante.
— Fala isso porque nunca se
apaixonou.
— Nunca fiquei obcecado por uma
garota, você quis dizer.
— Que seja! — O sinal tocou,
retirando vários bufos de alunos idiotas que certamente se drogavam ou só
queriam saber de andar por aí fazendo vadiagem. — Primeira aula é de química,
certo?
— Certo!
É, mais um ano começa!
P.O.V LUKE
Ashton não era o tipo de pessoa
em que podemos confiar em absolutamente tudo. Mas quando a coisa era realmente
séria, ele sabia guardar um segredo muito bem. Não sabia se contava ou não o
que vi na noite passada. Não sabia se guardava isso para mim, ou compartilhava
com Ashton. Na aula de química, fiquei pensando sobre isso. Não queria me
lembrar, mas era completamente impossível não lembrar-me daquela noite sem me
vir à imagem do homem decapitando aquela pobre garota. Mas o pior não era isso,
o pior era que SeuNome estava lá.
Noite Passada...
— Nós precisamos conversar Luke.
— Mas... Agora? — Minha mãe
negou.
— Não hoje, não agora. Amanhã à
noite vamos jantar fora de casa, lá eu te falarei tudo o que tenho que falar e
tirar todas as suas dúvidas. — Fazia um tempo, não muito tempo, mas a minha mãe
estava estranha.
— Tudo bem! — Respondi. — Ah...
Mãe?
— O quê?
— Posso sair um pouco? Eu estou
um pouco entediado.
— Não sei se seria uma boa
ideia...
— Por favor. — Ela suspirou e
assentiu.
— Está bem, mas eu quero que
esteja aqui às oito para o jantar!
— Okay!
Era domingo, o dia da festa de
SeuNome. Ela havia convidado todos da escola, mas eu não estava muito afim de
ir, não me sentia muito bem em festas, apesar de Ashton sempre querer me levar
para alguma para poder esquecer os problemas. Pensava no treino de Lacrosse, no
último treino antes das férias em que o treinador disso que seria escolhido
novos jogadores para o primeiro time. Estava animado, porém, nervoso. Muito
nervoso. Lacrosse nunca foi o meu forte, por isso sempre estive no banco.
Sem rumo, segui para a floresta,
no qual por algum motivo, era proibida a entrada depois do pôr-do-sol. Estava
frio, acho que uns seis graus abaixo de zero. Estava me dando bem nas notas, os
professores do ano letivo que passou gostavam de mim, diziam que eu era um bom
aluno. Mas esse ano... Não acho que terei a mesma sorte, algumas pessoas dizem
que o segundo ano do ensino médio não é nada fácil.
— Você só precisa se esforçar,
Luke!
Eu dizia para mim mesmo repetidas
vezes. Chutava uma pedrinha e via a noite cair quando ouvi um galho se
quebrando. Assustei-me. Podia ser alguém sem rumo, assim como eu ou até mesmo
um caçador tentando pegar um coelhinho. Olhei para o local em que ouvira o
galho ser quebrado e encontrei SeuNome andando pela floresta. Ela não estava em
sua festa?
Foi quando tomei a pior decisão
da minha vida. Segui-la.
—
SeuNome? — Tentei chama-la, mas ela não me deu ouvidos.
—
Quem é você? Não sabe que não pode ficar aqui quando se está anoitecendo? — Uma
garota perguntou a ela. Tinha cabelos castanhos e olhos azuis, pele branca e
era definitivamente bem bonita.
—
Droga! — Escondi-me atrás de um arbusto e fiquei olhando para as duas.
—
Você está me ouvindo? — A mulher perguntou.
Sem
obter resposta, ela se aproximou de SeuNome. Mas ao fazer isso, a ruiva gritou.
Gritou como se não houvesse amanhã, como se algo de ruim estivesse em sua
frente. Sem tempo de mover-se, a outra jovem foi acertada por uma faca no seu
pescoço, fazendo com que a ponta perfurasse profundamente. Isso não podia estar
acontecendo! A garota que Ashton está apaixonado poderia estar ajudando um
assassino? Não consegui ver o rosto do homem, mas ele deu uma gargalhada e
olhou para SeuNome.
—
Acho que finalmente sei o que você é.
Manhã Seguinte...
—
Tem alguma coisa errada com a SeuNome. — Michael, que estava em minha frente
disse.
—
Também estou achando. — Respondeu Calum. — Ela entrou na sala e não falou com
ninguém, e se você perceber faz quase uma hora que ela não pisca os olhos.
Ela
estava que nem naquela noite. Ela estava diferente. Tinha medo que mais alguma
pessoa fosse morta em minha frente, na frente de mais alguém. Engoli em seco e
decidi pensar na prova surpresa que o professor estava passando. Ele entregou a
minha e ficou me olhando por um tempo.
—
Espero que os professores do primeiro ano estejam certos sobre você.
E
assim, ele entregou a prova para Ashton e os outros quatorze alunos que faltavam.
Encarei aquela prova e comecei a ler a primeira questão. Eram perguntas
variadas, tinha história, matemática, geografia... Professor John disse que era
um teste, ele queria saber se fizemos um primeiro ano muito bem feito.
1. Faça
um resumo sobre a segunda guerra mundial com no máximo trinta linhas
Era
o que dizia a primeira questão. Peguei o lápis e me preparei para responder,
mas um toque de celular tirou-me de minha total concentração. Olhei para todos
os celulares que estavam em cima da mesa de seus donos, nenhum deles estava
tocando. Continuei procurando, até que meu olhar parou na janela e uma garota,
no qual não consegui ver o rosto mexia em sua bolsa. Ao atender seu celular, o
toque instantaneamente parou. Como pude ouvir? Ela estava um tanto longe.
— Mãe, eu disse para não ficar me ligando a cada meia hora. Sim, eu estou bem. Acho que deixei a minha caneta em casa, mas vou tentar pedir uma emprestada. Não, eu ainda não fiz amigos. Tenho que desligar, o diretor está vindo. Tchau, eu também te amo!
Tinha alguma coisa errada comigo,
e eu sentia que isso tinha haver com a conversa da minha mãe no qual ela sempre
adiava. Ela tinha um certo medo, e não sei como, eu sabia disso. A tal garota
entrou na escola e começara a conversar com o diretor, ele dizia as normas do
colégio e algumas outras coisas importantes. Eu esperava que ele abrisse a
porta da sala de química, e foi exatamente o que ele fez.
— Com licença. — O diretor disso.
— Posso entrar, professor John?
— Claro. — O professor deu um
meio sorriso.
— Bom dia, alunos!
— Bom dia! — Todos nós
respondemos em uníssono.
— Está é Grace Lancaster, veio de
Ohio. Sente-se em algum lugar, querida.
A garota assentiu e sentou-se
atrás de Calum. O professor entregou a prova para ela e a mesma deu um sorriso.
Ela era bonita, mas dava para notar que ela não veio para a cidade ter um relacionamento,
e sim estudar. Grace olhou ao redor e então lembrei-me que ela não havia trago
uma caneta. Parti um pedaço de papel do meu caderno e escrevi no mesmo:
A garota atrás de
você precisa de uma caneta, acho que até lápis se for preciso.
Entreguei para Calum que estava
ao meu lado e ele logo o leu. Olhou para Grace e entregou uma caneta a ela que
deu um meio sorriso e agradeceu. Não falava muito com Calum, na verdade, nem
somos amigos. Acho que as únicas coisas que dissemos um para o outro eram:
Passa para mim e bom dia.
P.O.V VOCÊ
Havia momentos em que coisas
estranhas aconteciam comigo. Eu saia no meio da noite, provavelmente fazia
alguma coisa e quando me dava conta de que não estava no lugar em que eu
deveria estar, não me recordava de absolutamente nada do que eu fiz ou por onde
andei. Um exemplo foi na festa que eu dei. Eu estava com Calum, pelo que eu me
lembro, estávamos namorando. Quando dei por mim, estava na floresta e o tal
garoto Luke me olhava de olhos arregalados.
— Você deve ser Grace, estou
certa? — Perguntei a nova garota.
A aula de química havia acabado,
logo viria a de história e um intervalo para comermos alguma coisa. Ela pegava
as suas coisas quando me aproximei e falei com ela.
— Sim. E você é...?
— SeuNome. — Sorri. — Olha, essa
sua jaqueta...
— O quê? Acha que não combinou.
— Não foi isso o que quis dizer.
Ela está fantástica!
— Ah, obrigada. É que a minha mãe
já trabalhou numa loja de roupas e sempre trazia alguma peça para mim.
— Interessante...
Aquilo tinha acontecido novamente. Eu só não queria admitir para mim mesma. Não lembro de ter feito uma prova. Não lembro de vê-la entrando na sala de aula, somente quando ela foi até o professor e pediu para ir beber água. Isso não é normal! Eu não estou nada bem! O zelador passou por mim e Grace, e quando menos esperei, eu não tinha mais o controle do meu corpo. Eu via o que estava acontecendo, eu sabia o que estava fazendo, mas quando tudo isso acabava, eu não me lembrava de mais nada. Eu o segui até o final do corredor da escola, e quando ele percebeu, se virou e deu um meio sorriso. Algumas pessoas me encaravam querendo saber o que eu estava fazendo e, Luke parecia saber exatamente o que iria acontecer, já eu não.
Eu fiquei o encarando, sem fazer absolutamente nada. O senhor tocou os meus ombros e ficou me olhando preocupado, ele estava percebendo que algo de muito ruim estava acontecendo. Só que não era comigo, mas sim com ele. Tinha alguma coisa nele que me fazia ter pressentimentos ruins. Enquanto eu o encarava, imagens de morte vinham em minha mente. As imagens de sua morte.
— Está se sentindo bem, mocinha? — Ele perguntou.
— NÃO! SE AFASTA DELA!
Luke tentou se aproximar, mas antes que ele pudesse fazer alguma coisa, eu havia gritado. Um. Dois. Três. Três gritos ao todo. As pessoas começaram a me olhar como se eu estivesse ficando louca, e eu tenho que concordar com elas. Pisquei os olhos três vezes e finalmente eu pude controlar o meu corpo. Não me recordo do que havia acontecido, a última coisa que me lembro é estar conversando com a garota nova, Grace, O zelador me olhou assustado e saiu do corredor indo em direção ao refeitório. O que havia acontecido? Calum veio até mim e puxou-me pelo braço com força. Ele estava me machucando!
— Que porra foi aquela. SeuNome?
— O quê? Mas o que foi que aconteceu?
— Não se faça de desentendida. Você parecia uma louca gritando para aquele pobre zelador.
— Eu estava gritando?
— Sim, e o Hemmings até gritou para que o zelador se afastasse de você. — Tentei me lembrar, mas eu simplesmente não conseguia. Podia me esforçar do jeito que fosse, eu jamais conseguiria me lembrar. Calum me olhou com um pouco de dó, ele deveria estar achando que sou louca.
— Olha, eu realmente não me lembro de nada do que aconteceu!
— Acredito em você!
— Sério?
— Sim. Sei que nunca mentiria para mim, assim como eu nunca mentiria para você.
— Eu não sei o que está acontecendo comigo, Calum. — Não queria chorar, não na frente de Calum. Ele nunca havia me visto chorar, e não seria agora que ele veria. — Acha que estou louca?
— Acho. — Foi inevitável, uma lágrima começou a cair de meu rosto. — Você é louca, louquinha. Mas vou te contar um segredo: as melhores pessoas são assim! — Sorri enquanto Calum enxugava as lágrimas que insistiam em cair do meu rosto. Ele ficou me encarando por alguns segundos e logo em seguida me deu um selinho.
— Eu adoro quando você cita as frases dos meus filmes preferidos.
— E eu adoro quando você sorri.
P.O.V ASHTON
Eu esperava tudo de SeuNome, menos que ela fosse louca e começasse a gritar na cara do zelador da escola. Estranhei quando Luke gritou para o zelador afastar-se dela. Na verdade, eu não fui o único que achei isso estranho, todos da escola acharam, até mesmo Calum. Fui para o refeitório, precisava comer alguma coisa depois do estranho acontecimento com SeuNome Martin no corredor da escola. Eu estava preocupado. E se algo de muito ruim estivesse acontecendo com ela? E se isso estivesse acontecendo porque o irmão dela vai para uma guerra e ela está tão assustada que está gritando na cara de todo mundo para ver se essa tristeza passa?
Eu definitivamente não sei, mas irei saber. Começando por Luke, ele sabe de alguma coisa.
— Ashton! — O loiro disse ao sentar-se ao meu lado no refeitório. — Nós precisamos conversar.
— Sim, nós temos muito o que conversar! — O encarei e finalmente tive a coragem de dizer. — O que foi aquilo, cara? O que você sabe sobre a SeuNome que eu não sei?
— Era justamente sobre ela que eu queria falar. Você tem que sair de perto dela, agora!
— O quê?
— Sair de perto dela. Tem que parar de ser obcecado por ela.
— Acha que é fácil parar de se apaixonar?
— Sei que não é. Mas você precisa se afastar dela o mais rápido possível.
— O que você tem contra ela?
— Não é a primeira vez que ela faz isso. — Ele me encarou e depois olhou para os lados, como se estivesse contando-me um segredo que não deveria ser escutado por ninguém, somente por mim.
— O quê?
— No dia da festa dela, a vi gritando para uma mulher cinco anos mais velha que nós.
— E quem era essa mulher?
— Thalia Moore.
— Espera! Thalia Moore? Ela foi encontrada morta segunda feira com uma facada no pescoço, o que isso tem haver com a SeuNome? — Luke se aproximou e cochichou.
— Quando a SeuNome gritou para ela, um homem apareceu e esfaqueou a mulher.
— Tá me dizendo que ela tá ajudando um assassino?
— Eu não sei. — Ele respondeu baixo. — Só sei que ela é como uma cobra. É venenosa.
— E o que eu devo fazer?
— Primeiro de tudo tem que se afastar dela.
— E depois?
— Procurar saber o que pode estar acontecendo com ela. Eu também estou preocupado.
To be continued...
Como prometido, trouxe o segundo capítulo. E eu mudei de ideia, a fanfic terá sim lobisomens. Eu gosto de lobisomens, acho eles legais. Esse capítulo sem dúvidas ficou um pouquinho maior que o outro, não acham? E quando ao banner do capítulo? Eu que fiz, mas como não sei usar o photoshop direito, ficou um pouquinho feio, mas eu gostei. O que acharam do capítulo? O vocês acham que a Liz quer tanto conversar com o Luke? No próximo capítulo vocês vão descobrir! Um beijão!

Oi Stéfane (tem algum apelido?), eu estou amando Save-me! Eu não sei o que a Liz quer com o Luke, mas deve ser algo sério... ela não é uma criatura, é? E eu amei o banner, não ficou feio (por falar em photoshop, vamos dar as mãos que eu também não sei usar direito haha). Enfim, continua que eu quero pegar o Ash logo.
ResponderExcluirOi Ally, bem eu tenho três apelidos: Meus leitores me chamam de Sté, minha amiga me chama de Titéfane -nem me pergunte de onde ela tirou esse apelido- e contando com essa amiga e mais outra, elas me chamam de Fanesté -meu nome ao contrário-. Também tem a minha prima que me chama de Francisquinha, mas não conta pois agora ela me chama de Stilinski, então eu tenho quatro apelidos -pelo que eu me lembre-.
ExcluirSe você estar amando Save-me, vou tentar postar mais rápido pois eu estou amando escrever!!!!
Olha, eu sei, mas eu não quero dar spoiler -momento má-, e sim é algo realmente muito sério e tem haver com essa super audição dele. Não sei, acho que veremos se ela é uma criatura ou não. Sério que você gostou do banner? Eu curti um pouco ele, mas o meu preferido até o momento é o do primeiro capítulo!!!! (me abraça, colega!!!! Faz um tempo que uso mas tem muuuita coisa que eu não sei, um exemplo é apagar as imagens direito :p)
O próximo pode sair amanhã ou hoje, depende da minha disposição. Hum.... eu também estou louca para poder ver você e o Ash se pegando!!!!
Beijos!!!