Estou parada em uma ponte estou esperando no escuro. Eu pensei que você estaria aqui agora. Não há nada, exceto a chuva sem pegadas no chão estou ouvindo mas não há som.Há alguém tentando me encontrar? Alguém virá me levar para casa? É uma maldita noite fria tentando entender essa vida. Você não vai me levar pela mão? Leve-me para algum lugar novo? Eu não sei quem você é mas eu... Eu estou com você. Eu estou com você, estou procurando um lugar, estou procurando um rosto. Há alguém aqui que eu conheça? Porque nada está dando certo e tudo está uma bagunça e ninguém gosta de ficar sozinho. - I'm With You
Dean Winchester P.O.V's
Sim, ela tinha a pequena marca de lua perto da orelha, e essa marca foi aparecendo desde dos 10 anos mas nunca pensei que significa-se que ela fosse uma bruxa ou algo do gênero. O pior de tudo era que ela conseguia ainda dar a volta a tudo o que se estava passando. Elly era uma semi-bruxa, ou seja, não poderia herdadar poderes das trevas ou da o luz porque o todo dela não se dedicava a mágica, mas como SeuNome nasceu do sangue dela, ela podia ser apenas bruxa. Segundo a mitologia grega, as bruxas jovens eram escolhidas para ser das trevas ou da luz de acordo com a sua personalidade. As bruxas da luz são escolhidas se forem simples e humildes, algo que SeuNome têm enquanto as das trevas são escolhidos pelas impulsões e emoções, mais coisas que a SeuNome têm. Provavelmente pertence as trevas por ter nascido numa noite de novembro e por ser filha de um caçador.Enfim, a ordem das trevas é a que consegue usar artes para o bem e o para o mal, enquanto a ordem da luz só consegue usar a arte para o bem. Era normal todas as bruxas conterem uma marca de lua, contudo nunca notei que SeuNome a tinha. Mesmo assim, sendo ela bruxa ou não, ainda não está na hora de ela aprender a lidar com o que tem. Não queria nada que SeuNome o fosse, queria que ela fosse uma menina normal. Que entra-se na universidade e tivesse sua família.
– Como você vai ensina-la? - Castiel balançou as sobrancelhas sugestivamente. - Escola de bruxaria?
– Não, SeuNome não pode saber disso e também não a colocarei numa escola de bruxaria.
– Talvez ela seja descendente da Hermione Granger. - Sam riu.
– Talvez você fique morto se continuar a falar. - lancei um olhar mortífero aos dois idiotas alegres sentados nas cadeiras.
– Eu acho perigoso SeuNome não ter iniciação ou aulas. Afinal querendo ou não ela é uma bruxa e é na adolescência que os poderes se manifestam, Dean. Seria ainda mais complicado do que lhe explicar que ela é algo diferente dos outros.
Por um lado Cass tinha razão. Como uma jovem "bruxa" tudo começaria a manisfestar-se e não seria fácil lhe explicar. Ah porque é que eu não expliquei logo do inicio? Ela é tão novinha, mas mesmo assim ela precisa de saber o a vida dela se altera de uma maneira brusca. Ainda por cima ela pertence as trevas o que significa que ela recebe um elemento para controlar, embora ela consiga fazer toda a mágica que ela bem quiser. Mesmo assim ela devia de ser ensinada e eu não iria mandar ela para uma escola de bruxaria, eu não ia ficar sem ver minha filha, ainda por cima ela está se adaptando bem com a nova escola e eu ainda nem lhe contei por isso, nem sei como lhe contar.
– Vamos comer pizza, só funciono bem quando como pizza ... SEUNOME! - grito o nome da minha filha.
Passado uns segundos vejo ela descendo as escadas. Oh, bom, ela parece péssima. O cabelo ruivo dela esta bem armado, parece que um terramoto, sem falar que parece que ela não estava nos dias dela. Espero bem que Castiel não olhe para mim até eu esquecer que ele colocou SeuNome nesse estado. Ela inclina a cabeça, como sempre faz, á espera que eu fale e isso acaba por me lembrar de quando ela era mais nova. Crianças crescem bastante rápido.
– Vamos comer pizza, vá vestir algo que tape todo o seu corpo.
– Talvez um bikini ... - ela diz rindo. - Ou então vou pelada mesmo.
– Não brinque comigo SeuApelido, rápido.
SeuNome's P.O.V
Tirei a minha camisa favorita, a com a estampa do Harry Potter, minhas calças listradas brancas e pretas e meu par de combat boots. Ir comer pizza era algo bem, normal, na família Winchester. Tio Sam costumava gozar comigo e dizer que até meu tetra tetra avó ia comer pizza muitas vezes por isso quando eu tivesse filhos seria igual, claro que meu pai discordou, só a ideia de me ver beijar um garoto da-lhe náuseas imagina só quando eu perder a virgindade, provavelmente ele mata o garoto com a faca do pão. Nota para mim mesma, não apresentar meu namorado ao meu pai, seria bastante perigoso para ambos, porque um acabaria morto e outro acabaria preso e todos nós sabemos quem acabaria preso.Peguei uma das milhares de bolsas que tinha e atirei para lá um dos livros que eu estava lendo, meu Iphone, um pacote de lenços e mais algumas coisas. Uma mala de uma garota é um oceano de coisas necessárias e desnecessárias.
Desci as escadas, saltando em cada degrau como uma criança e corri até a porta, onde Sam se encontrava no banco de trás do tão louvado carro de meu pai. Eu acho que depois de mim, vem a droga da lata velha do carro. Quando eu tentei tirar minha licença ele se recusou a me dar aulas no carro dele, logo tive aulas na carripana do Bobby. Ah Bobby, tenho saudades dele. Normalmente ele costumava me ajudar zoando de meu pai quando ele fazia o mesmo com ele. Sam tinha dito que ele morreu de velhice, mas claro que eu, com 9 anos, não foi permitida a ir ao funeral.
Coloquei os fones de ouvido e fiquei ouvindo música até pararmos num restaurante de comida italiana. Parece que meu pai afinal alargou os horizontes. Obrigada Austrália, obrigada deus, obrigada restaurante de comida italiana.
Coloquei os pés fora do carro, um de cada vez, e acompanhei os três homens para dentro do restaurante. Não era que eu me sentisse bem no meio de tanta "masculinidade".
Nos sentamos numa mesa com uma toalha ao xadrez branca e vermelha, com duas garrafas de temperos, provavelmente seria ketchup e maionese. Não sei bem distinguir a diferença entre mostarda e maionese, por isso nem usaria. Peguei um dos cardápios e passei minha visão pelo pedaço de cartão envelhecido, já difícil de leitura, com algumas manchas de sucos e vinhos.
– Boa noite, posso anotar o vosso pedido? - uma das garçonetes chamou nossa atenção.
Ela aparentava ter seus 25 ou 28 anos, tinha uma grande cabeleira loira lisa e usava um vestido rosa por baixo de seu "uniforme", que acabava por ser apenas um avental com o mesmo padrão da mesa. Olhei para a chapa em seu uniforme que dizia Meredith. Então a tal de Meredith também usava um batom vermelho o que chamou a atenção de Sam, me fazendo rir. Meu pai ditou todos os detalhes da pizza que ele queria comer, de seguida Sam e Castiel.
– E você meu bem? - ela apontou o lápis para mim.
– Uma carbonara, por favor. - sorri sincera.
– Não vai querer pizza? Você está doent ... - meu pai começou o que me fez rolar os olhos.
– Não quero comer pizza, obrigado. - digo olhando para meu pai.
A garçonete sai e entrega um pequeno pedaço de papel ao homem que se encontrava na cozinha. Peguei meu celular e abri o Flappy Bird tentando ainda bater meu recorde nulo de 10 tubinhos. Esse jogo deveria pertencer ao demônio. O pobre passarinho foi possuído. Batoquei com meus dedos contra a mesa enquanto com a outra mão tentava bater meu próprio recorde.
– Então, como tem sido seu dia? - meu pai diz o que totalmente me deixa confusa. Não que ele não se importe, apenas não falamos disso.
– Bom. - digo erguendo a sobrancelha.
– Essa conversa é estranha. Então bom com algo estranho. - rolo os olhos voltando ao celular.
– Não fale comigo assim SeuNome, sou seu pai. - meu pai tentando ser autoritário era uma gracinha.
– Certo, pai, certo.
Voltei ao meu jogo e notei que Cass olhava nitidamente para o ecrã, como se não tivesse visto nada desse jeito. Era engraçado, ele falava de um modo elegante e olhava para a tecnologia como se fosse um inimigo ou algo do outro mundo. Bom, é amigo do meu pai e todos eles são estranhos. Acho que meu pai é um imã de estranheza.
Olhei para o lado e me dou de caras com uma figura conhecida. Os cabelos castanhos com algumas mechas loiras me dão uma impressão de que conheço aquele cabelo de algum lado. Apenas quando o dono do cabelo se vira para falar com a garçonete é que o reconheço : Calum. Pensei que ele era estranho até ao ponto de sair, quer dizer, é um estranho adorável e misterioso, dá vontade de conhecer e por um lado de fugir. Para mim era algo que eu gostaria de conhecer, gosto da maneira dele é algo estranho nunca sentido, como se estivéssemos destinados a nos conhecer ou algo do gênero.
Eu não era uma daquelas pessoas que acreditava muito em mágica ou em sobrenaturalidade, sou apenas aquele tipo de garota que é obcecada por Harry Potter e Twilight. É algo difícil de conectar, algo que, algo que nasce com você.
Voltei a olhar para Calum que nesse momento se virou o que cruzou nossos olhares. Minhas bochechas ganharam um tom vermelho e ele sorriu, odiava ser pega, e tinha sido pega a encarar o garoto que pouco conheço. Escondi meu rosto e sai da mesa indo em direção ao banheiro.
Abri a porta do banheiro e apoiei meus braços em cima dos lavabos olhando para mim mesma no espelho. O que está acontecendo comigo? Puxei meus cabelos para trás e passei água sobre minha face quando notei que a pequena marca, que tinha vagamente a forma de uma lua, havia ficado mais nítida. Nunca dei muita importância para aquilo, até achava algo interessante.
Quando iria voltar para a mesa senti meu braço sendo puxado, bruscamente.
– Oi. - reconheci a voz, Calum.
– Oi, e hum, você está me machucando. - digo um pouco desconfortável.
– Meu desculpa, eu não controlo minha força. - ele diz me largando. - O que você está fazendo aqui?
– Vim com minha família jantar. - respondi.
– Sua família é só homens, cadê sua mãe? - não que me afetasse muito a questão de ser orfã, mas eu sentia as vezes que necessitava de uma mãe.
– Ela ... ela morreu quando eu nasci. - sorrio tentando não demonstrar o quanto na verdade me tinha feito falta uma mãe.
– Oh ... uhum, desculpa. - ele diz esfregando os braços.
– E você?
– Ah, eu sou meio uma alma solitária.
Oi amores.
Então é o seguinte, daqui a Bea - obvio - eu vou entrar em epoca de provas inicias por isso se eu deixar de postar por uma semana eu tento avisar aqui okay? Eu tenho prova de Inglês na segunda e conselho pedagógico - líder de turma - no domingo mas acho que esta sexta consigo postar um capítulo de Our Faith ou de Baby, It's A Dark World. Quer saber? Deixo com vocês, comentem qual querem que seja o capítulo a ser postado sexta ou se preferem a segunda parte do Imagine de Boy com o Luke - isso será mais complicado porque eu estou com uns problemas nesse imagine, porque eu perdi a parte dois - . Sobre essa longfic terá aproximadamente 15 ou 16 capítulos descontando o epilogo por isso que o número está incerto. Enfim me digam o que acharam, digam o que acham que vai acontecer. Sejam livres de comentar. Amo vocês, Bea.


Aaaaaaaai eu ameiiiiii...sabe eu começei a assistir supernatural desde o inicio,agr ta fazendo mais sentindo ahhah e eu to amando mto,eu sou um pouco medrosa mas eu to amando msm assim kkkkkkk e sinceramente,n consigo imaginar aquele lindo gostoso do Dean pai kkkkkkkkkk e eu adoro meu tio ;) ahaha
ResponderExcluirAI MAS EU QUERO A FIC DO LUKE-OBVIO- KKKKKKK MAS SE N DER ESSA,QUERO ESSA FIC AKI ahahaaaaha to amando mto ela...ah quer saber,qualquer uma q vc postar eu fico happy ashuashua e sabe,meu pai é igualzinho ao pai da SeuNome kkkkkkkkkkkk
Ai amor ta mto pfto entao continua logo kkkk love ya
Amei esse capítulo!! posta qualquer uma das fics ou imagine eu vou gostar msm ;) Continuaa :)
ResponderExcluirContinuaa!! Posta Baby,It's A Dark World...
ResponderExcluirContinua por favoooooooor
ResponderExcluirContinua por favoooooooor
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