Então abra seus olhos e veja os nossos horizontes se encontrando e todas as luzes irão te guiar pela noite, comigo ... - All of The Stars
SeuNome P.O.V
Na noite passada não consegui dormir, não consegui nem pensar direito no que havia acontecido. Claro que não contei aos meus pais sobre o 'assalto' e sobre o salvador da minha mala e do meu video-game, se eu tivesse contado eles iriam pirar e nunca mais me deixavam sair e ficar em clausura seria pior que perder a minha mala.
O colégio parece estar mais barulhento que normal - para ser clara o normal é o som de receber torpedos e o conversar - , talvez seja só da minha mente que apenas quer uma almofada para dormir.
Retiro do meu armário meus livros de Física e fico lá encostada, meio ensonada. Estamos a praticamente duas semanas do baile de natal e já se pode ver o ginásio a ser decorado com fitinhas e brilhantes e unicórnios - okay, não exagera SeuNome -.
O certo é que eu tenho que agradecer, porque graças a isso o ginásio de desporto está fechado e só sobra o ginásio usado pelas equipes de basketball e líderes de torcida.
Era o meu último ano antes da universidade, que eu queria seguir em Londres, minha cidade Natal e por causa disso arranjei um part-time num restaurante. Não que os meus pais não me pudessem pagar tudo, mas eu queria por uma vez na minha vida não depender do dinheiro deles. O certo é que meu pai não suporta que eu trabalhe com 17 anos e que estude ao mesmo tempo. Mas o que fazer?
O meu colégio divide-se em 4 grandes distinções e grupos sociais : Os populares - aqueles que eu não suporto e que tento manter distância - , Os normais - onde o Ashton, a Bethany, o Luke e a Clarice estão- , Os nerds - bom acho que o nome explica, são nerds - e os que nem são notados, ou seja, eu faço parte do 4º grupo.
- Bom dia, SeuApelido. - um dos meus amigos, Ashton, se coloca encostado ao armário de Bethany.
- Oi. - eu respondo como quem ainda quer dormir.
- Nossa que feliz que você está por me ver. - ele ri sem graça. Ashton sempre engraçado nos momentos que não devo. - Oi Annie.
- Bethany. - ela o corrige. A história desse apelido é engraçada desde da creche que a chamamos de Annie, devido ao filme, embora não tenha mesmo nada a ver. O sério é que Bethany odeia.
- Vocês garotas nunca estão de bom humor. - Ashton rola os olhos. - Onde está a Clarice?
- Ainda não chegou, ou pelo menos não a vi. - Bethany dá de ombros.
- Então tem fofoca por algum lado. - eu rio, para Clarice ainda não ter chegado aconteceu algo.
O sinal toca e logo se ouve o bufar dos alunos, afinal ninguém gosta de ter Quimica logo pela manhã, justamente quando temos que colocar um óculos e uma bata que todo o mundo usa e que está suja de tudo e mais alguma coisa. Por exemplo, a minha bata está molhada com bicarbonato de sódio e com algum tipo de líquido roxo que tem um cheiro muito esquisito. Felizmente consegui lavar a minha no banheiro escolar e agora ficou ... ah, apresentável.
Junto com meus dois amigos alegremente alegres, entro na sala de Quimica onde nosso professor segura uma lista, provavelmente a lista dos alunos.
Clarice tem uma caída pelo professor de Química, está toda a aula o encarando, embora ele tenha idade para ser pai dela e contudo eu nem entendo o que ela vê nele, está a cair de velho. Lá por se parecer com o Tom Cruise não quer dizer que seja apelativo.
Como é normal me sento na ponta da sala, para que ninguém me note, e sozinha. É melhor assim, é o que costumo dizer para mim. O professor começa a entregar o material de laboratório enquanto eu fico a me divertir, ou seja encarando as arvores se mexendo lá fora.
- Sr.Clifford. Primeiro dia no colégio e chega meia hora atrasado? - a voz do Sr.Martin entra pelos meus ouvidos.
Deixo a janela para encarar o novo aluno. Podia jurar que era o mesmo garoto que salvou a minha mala, só que eu não me lembro de ele ter cabelos rosa claros.
Ele está sorrindo embora esteja a receber uma bronca dos piores professores do colégio e quando dou por mim eu estou o encarando.
- Sua colega de Química. - ele diz apontado para mim.
Olho para a mesa enquanto ele se senta no lugar do mesmo lado do meu. Eu estou mordendo o lábio, faço sempre isso quando fico nervosa, é um vício meu.
Ele coloca a mão no meu ombro e um arrepio percorre a minha espinha, me faz lembrar o dia de ontem, uma dia que eu prometi esquecer mas que não consigo.
- Acho que já conhece o meu sobrenome.
- SeuNome Dallas. Obrigada por ter salvo o meu video-game.
- É um pouco violento para uma garota de 18 anos hum? - ele ergue a sobrancelha.
- Tenho 17, faço 18 no mês que vem.
A minha data de nascimento era desconhecida, não havia registos por isso sempre pensei que tivesse nascido em casa, por isso meus pais colocaram o dia da minha adoção como meu dia de aniversário, ou seja 2 de Dezembro.
- Meu nome é Michael, já agora. - ele estende a mão.
- Então, porque entrou no colégio quase no fim do primeiro semestre? - pergunto enquanto ergo a sobrancelha.
- Meus pais querem que eu conviva com gente normal. - ele diz suspirando. - Você é minha colega de Química, SeuNome?
- Acho que sim. - eu respondo olhando para o meu livro de química.
Continuei a prestar atenção, mas desta vez na aula. Reações químicas, matéria que está sempre passando desde que me lembro de ter Química. Mas porque raios é que eles querem repetir tantas vezes o raio da matéria? Senhor, felizmente meu curso não envolve Química.
Passado uma meia hora o sinal volta a tocar e logo todo o mundo começa a arrumar os pesados livros.
- Turma! - Sr.Martin diz. - Terão que apresentar um projeto de fim de semestre, e por amor de deus vocês já não tem 10 anos, não queremos vulcões de bicarbonato. Seus parceiros serão seus colegas de carteira, sem trocas.
Porque é que os professores de Química adoram tanto a piada dos vulcões de bicarbonato. Quer dizer ... nem tem mesmo piada, nunca irá ter.
Prendo meu cabelo num coque desleixado e saio da aula acompanhada de Luke e Bethany. Clarice, Calum e Ashton estudam noutra classe, por isso devem estar tendo Biologia agora.
- Viram o novo garoto? - Bethany pergunta.
- Não. - eu rio. - Ele nem é meu colega de carteira nem nada.
- Sem piadinhas SeuApelido. - Luke diz e coloca a mão no meu ombro. - Eu conheço ele.
- Você conhece todo o mundo, Lucas.
- Certo, até posso conhecer todo o mundo, mas eu conheci o Michael mesmo antes de conhecer todo o mundo. Ele estou num colégio interno.
- Aposto que não é pior que a escola pública, onde os corredores cheiram a cocaína e tabaco. - Bethany, sempre dramática em qualquer situação. Ela é que inventou o termo de "drama queen".
- Ele é meio ... ah ... impulsivo. Bom, garotas, treino de basketball.
- Lider de torcida. - Bethany diz. - Queres vir? Podias entrar ainda.
- Nunca vou vestir um vestido e andar aos saltinhos. - sorrio forçadamente. - Obrigada por serem os melhores amigos do mundo.
Ótimo. Sozinha. É o que faz não ser boa a praticar nenhum desporto e achar que líder de torcida é um desperdício de tempo. Clarice e os garotos vão ter ainda classe de Matemática, e eu só tenho uma classe hoje, logo meu próximo destino é ir para casa. Onde vou estar novamente sozinha porque meus pais foram para Nova York por causa de negócios. Logo só minha irmã mais nova me faz companhia.
Uma tarde que vou desperdiçar a jogar video-game.
- SeuNome? - uma voz sua me fazendo levantar do banco.
- Michael. Oi. - eu digo. - Cara, você não consegue ser menos assustador?
- É... não. Eu só quero saber quando você quer fazer aquela droga de projeto.
- Quando você quiser. Estou disponível todos os dias. - isso é triste de dizer, não tenho vida social. - Eu não tenho o que se chama vida social.
- Não entendo o porque. Você namora um capitão de basketball e é melhor amiga da líder de torcida.
- Luke? - eu começo a rir, ele me olha estranhamente. - Fomos vizinhos. Não somos namorados, nunca seriamos. - eu o olho de cima a baixo.
Vai parecer que eu me estou a atirar a ele, mas okay. Ele é novo na escola e eu realmente quero ir comer uma pizza, e comer pizza sozinha não é legal. Contudo eu não sou o tipo de garota com qual um cara queira sair.
- Michael, você quer ir numa pizzaria comigo?
O certo é que eu tenho que agradecer, porque graças a isso o ginásio de desporto está fechado e só sobra o ginásio usado pelas equipes de basketball e líderes de torcida.
Era o meu último ano antes da universidade, que eu queria seguir em Londres, minha cidade Natal e por causa disso arranjei um part-time num restaurante. Não que os meus pais não me pudessem pagar tudo, mas eu queria por uma vez na minha vida não depender do dinheiro deles. O certo é que meu pai não suporta que eu trabalhe com 17 anos e que estude ao mesmo tempo. Mas o que fazer?
O meu colégio divide-se em 4 grandes distinções e grupos sociais : Os populares - aqueles que eu não suporto e que tento manter distância - , Os normais - onde o Ashton, a Bethany, o Luke e a Clarice estão- , Os nerds - bom acho que o nome explica, são nerds - e os que nem são notados, ou seja, eu faço parte do 4º grupo.
- Bom dia, SeuApelido. - um dos meus amigos, Ashton, se coloca encostado ao armário de Bethany.
- Oi. - eu respondo como quem ainda quer dormir.
- Nossa que feliz que você está por me ver. - ele ri sem graça. Ashton sempre engraçado nos momentos que não devo. - Oi Annie.
- Bethany. - ela o corrige. A história desse apelido é engraçada desde da creche que a chamamos de Annie, devido ao filme, embora não tenha mesmo nada a ver. O sério é que Bethany odeia.
- Vocês garotas nunca estão de bom humor. - Ashton rola os olhos. - Onde está a Clarice?
- Ainda não chegou, ou pelo menos não a vi. - Bethany dá de ombros.
- Então tem fofoca por algum lado. - eu rio, para Clarice ainda não ter chegado aconteceu algo.
O sinal toca e logo se ouve o bufar dos alunos, afinal ninguém gosta de ter Quimica logo pela manhã, justamente quando temos que colocar um óculos e uma bata que todo o mundo usa e que está suja de tudo e mais alguma coisa. Por exemplo, a minha bata está molhada com bicarbonato de sódio e com algum tipo de líquido roxo que tem um cheiro muito esquisito. Felizmente consegui lavar a minha no banheiro escolar e agora ficou ... ah, apresentável.
Junto com meus dois amigos alegremente alegres, entro na sala de Quimica onde nosso professor segura uma lista, provavelmente a lista dos alunos.
Clarice tem uma caída pelo professor de Química, está toda a aula o encarando, embora ele tenha idade para ser pai dela e contudo eu nem entendo o que ela vê nele, está a cair de velho. Lá por se parecer com o Tom Cruise não quer dizer que seja apelativo.
Como é normal me sento na ponta da sala, para que ninguém me note, e sozinha. É melhor assim, é o que costumo dizer para mim. O professor começa a entregar o material de laboratório enquanto eu fico a me divertir, ou seja encarando as arvores se mexendo lá fora.
- Sr.Clifford. Primeiro dia no colégio e chega meia hora atrasado? - a voz do Sr.Martin entra pelos meus ouvidos.
Deixo a janela para encarar o novo aluno. Podia jurar que era o mesmo garoto que salvou a minha mala, só que eu não me lembro de ele ter cabelos rosa claros.
Ele está sorrindo embora esteja a receber uma bronca dos piores professores do colégio e quando dou por mim eu estou o encarando.
- Sua colega de Química. - ele diz apontado para mim.
Olho para a mesa enquanto ele se senta no lugar do mesmo lado do meu. Eu estou mordendo o lábio, faço sempre isso quando fico nervosa, é um vício meu.
Ele coloca a mão no meu ombro e um arrepio percorre a minha espinha, me faz lembrar o dia de ontem, uma dia que eu prometi esquecer mas que não consigo.
- Acho que já conhece o meu sobrenome.
- SeuNome Dallas. Obrigada por ter salvo o meu video-game.
- É um pouco violento para uma garota de 18 anos hum? - ele ergue a sobrancelha.
- Tenho 17, faço 18 no mês que vem.
A minha data de nascimento era desconhecida, não havia registos por isso sempre pensei que tivesse nascido em casa, por isso meus pais colocaram o dia da minha adoção como meu dia de aniversário, ou seja 2 de Dezembro.
- Meu nome é Michael, já agora. - ele estende a mão.
- Então, porque entrou no colégio quase no fim do primeiro semestre? - pergunto enquanto ergo a sobrancelha.
- Meus pais querem que eu conviva com gente normal. - ele diz suspirando. - Você é minha colega de Química, SeuNome?
- Acho que sim. - eu respondo olhando para o meu livro de química.
Continuei a prestar atenção, mas desta vez na aula. Reações químicas, matéria que está sempre passando desde que me lembro de ter Química. Mas porque raios é que eles querem repetir tantas vezes o raio da matéria? Senhor, felizmente meu curso não envolve Química.
Passado uma meia hora o sinal volta a tocar e logo todo o mundo começa a arrumar os pesados livros.
- Turma! - Sr.Martin diz. - Terão que apresentar um projeto de fim de semestre, e por amor de deus vocês já não tem 10 anos, não queremos vulcões de bicarbonato. Seus parceiros serão seus colegas de carteira, sem trocas.
Porque é que os professores de Química adoram tanto a piada dos vulcões de bicarbonato. Quer dizer ... nem tem mesmo piada, nunca irá ter.
Prendo meu cabelo num coque desleixado e saio da aula acompanhada de Luke e Bethany. Clarice, Calum e Ashton estudam noutra classe, por isso devem estar tendo Biologia agora.
- Viram o novo garoto? - Bethany pergunta.
- Não. - eu rio. - Ele nem é meu colega de carteira nem nada.
- Sem piadinhas SeuApelido. - Luke diz e coloca a mão no meu ombro. - Eu conheço ele.
- Você conhece todo o mundo, Lucas.
- Certo, até posso conhecer todo o mundo, mas eu conheci o Michael mesmo antes de conhecer todo o mundo. Ele estou num colégio interno.
- Aposto que não é pior que a escola pública, onde os corredores cheiram a cocaína e tabaco. - Bethany, sempre dramática em qualquer situação. Ela é que inventou o termo de "drama queen".
- Ele é meio ... ah ... impulsivo. Bom, garotas, treino de basketball.
- Lider de torcida. - Bethany diz. - Queres vir? Podias entrar ainda.
- Nunca vou vestir um vestido e andar aos saltinhos. - sorrio forçadamente. - Obrigada por serem os melhores amigos do mundo.
Ótimo. Sozinha. É o que faz não ser boa a praticar nenhum desporto e achar que líder de torcida é um desperdício de tempo. Clarice e os garotos vão ter ainda classe de Matemática, e eu só tenho uma classe hoje, logo meu próximo destino é ir para casa. Onde vou estar novamente sozinha porque meus pais foram para Nova York por causa de negócios. Logo só minha irmã mais nova me faz companhia.
Uma tarde que vou desperdiçar a jogar video-game.
- SeuNome? - uma voz sua me fazendo levantar do banco.
- Michael. Oi. - eu digo. - Cara, você não consegue ser menos assustador?
- É... não. Eu só quero saber quando você quer fazer aquela droga de projeto.
- Quando você quiser. Estou disponível todos os dias. - isso é triste de dizer, não tenho vida social. - Eu não tenho o que se chama vida social.
- Não entendo o porque. Você namora um capitão de basketball e é melhor amiga da líder de torcida.
- Luke? - eu começo a rir, ele me olha estranhamente. - Fomos vizinhos. Não somos namorados, nunca seriamos. - eu o olho de cima a baixo.
Vai parecer que eu me estou a atirar a ele, mas okay. Ele é novo na escola e eu realmente quero ir comer uma pizza, e comer pizza sozinha não é legal. Contudo eu não sou o tipo de garota com qual um cara queira sair.
- Michael, você quer ir numa pizzaria comigo?
Continua ...
Duas coisas : sim sou eu que faço as capas de ínicio de capitulo (sei que elas estão uma droga podem admitir) e outra, sim também SeuNome vai ser inspirada numa personagem de um livro que eu estou lendo - Where the Rainbow Ends - , eu sei que tem título de criancinha mas é um livro muito legal. Novamente repetindo, SEUNOME é que é inspirada, não o livro porque SeuNome ao contrário de Rosie não irá ficar gravida de repente porque perd ... para Beatrice, sem spoilers do livro. Ah, mais uma coisa, muito obrigada pelos comentários e pelas visualizações, eu realmente estou muito contente que estejam gostando. Okay, até ao próximo capítulo. Amo vocês. Beijos, Bea.

Continuaa :)
ResponderExcluirclaro que continuo babe c:
ExcluirMuitoooo diva sua fic.... Continua logo ~ leitora nova u.u~
ResponderExcluirc: Aw obrigada princesa
ExcluirHaha esse capítulo ficou ótimo
ResponderExcluir:*